O ÉTHOS DO CAFÉ
Parece fácil a longa jornada que o café faz desde a fazenda até a xicara. Nem todo mundo sabe que o grão do café é a semente de uma fruta, ou que ele precisa ser torrado antes para depois ser moído e transformado em uma bebida. Um número crescente de estabelecimentos trata o café como um produto fresco e sazonal e o promove como ingrediente e bebida que requer habilidade no cultivo e no preparo. Eles enfatizam e celebram a vasta gama de sabores únicos que existem, o que ajuda a revelar a proveniência e as histórias humanas por trás dos grãos.
Graças às cafeterias especiais, amantes do café estão mais conscientes das complexidades de produção, comercio e a preparação dele. Os desafios enfrentados pelos produtores – como preços baixos e um mercado de commodities traiçoeiro – estimulam uma demanda crescente por cafés negociados de forma sustentável.
O conceito de que qualidade custa mais caro é aceito há tempos no caso de comida e vinho, e os consumidores tem percebido que a mesma regra vale para o café.
Embora o equilíbrio entre oferta, demanda, custo e ecologia permaneçam desafiador e imprevisível, as empresas de cafés especiais destacam-se com foco em qualidade, transparência e sustentabilidade. Diante de uma mudança cultural cada vez mais forte incidindo sobre o cultivo e a preparação do produto, os cafés de baristas são as estrelas da vez.
