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Gripe ou resfriado? Saiba como diferenciar os sintomas e quando buscar ajuda médica

Especialista explica diferenças entre gripe e resfriado; Farmácia Princesa reforça cuidados com a automedicação

Rede de Farmácias Princesa*
09/06/26 às 08h00

Com a chegada das temperaturas mais baixas e o aumento dos casos de doenças respiratórias, a Rede de Farmácias Princesa, com unidades em Araçatuba e Birigui, reforça a importância da orientação correta na hora de escolher medicamentos para aliviar os sintomas de gripe e resfriado. A farmácia trabalha com medicamentos originais, genéricos e similares, além de oferecer atendimento especializado para auxiliar a população no uso seguro e consciente dos medicamentos.

Apesar de serem frequentemente confundidas, gripe e resfriado possuem diferenças importantes nos sintomas, intensidade e tratamento. Segundo o médico otorrinolaringologista Marcelo Barretto, do Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, a gripe costuma provocar sintomas mais intensos e surgir de forma repentina.

“A gripe é provocada pelo vírus Influenza e tende a ter um início súbito, com um quadro mais intenso. Os sintomas incluem febre alta, dor no corpo, dor de cabeça e uma prostração significativa. Já o resfriado, ele pode ser causado por diversos vírus, como o rinovírus ou coronavírus sazonais, e apresenta sintomas mais brandos, como congestão nasal, coriza, espirros e dor de garganta” , explica.

Febre alta é um dos principais sinais da gripe

De acordo com o especialista do Hospital Paulista, um dos principais diferenciais da gripe é a febre alta, que pode ultrapassar os 39°C. “No resfriado, se a febre ocorrer, geralmente ela é baixa e passageira” , compara.

Na maior parte dos casos, a diferenciação pode ser feita clinicamente, com base nos sintomas relatados pelo paciente e no exame físico realizado pelo médico. Porém, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas podem precisar de exames complementares para identificar corretamente o vírus e definir o tratamento mais adequado.

“Por serem considerados grupos de risco, esses pacientes têm maior risco de complicações devido à diminuição da capacidade do sistema imunológico ou à sobrecarga do organismo. Uma infecção viral simples, por exemplo, pode evoluir para condições mais graves, como pneumonia viral ou  SRAG ( Síndrome Respiratória Aguda Grave). Por isso, é importante identificar o tipo exato de vírus para definir o tratamento mais assertivo.”

Prevenção e cuidados no inverno

Para reduzir os riscos de transmissão, especialmente entre crianças e idosos, algumas medidas simples fazem diferença no dia a dia.  “Lavar as mãos com frequência, evitar locais fechados e aglomerações, manter os ambientes ventilados e seguir a vacinação anual contra a gripe são fundamentais. Para os pequenos e os mais velhos, o cuidado deve ser sempre redobrado” , orienta.

O médico também alerta que os tratamentos são diferentes para gripe e resfriado. Enquanto alguns casos de gripe podem exigir antivirais, o resfriado normalmente é tratado apenas com repouso, hidratação e medicamentos para aliviar os sintomas.

“A gripe, em alguns casos, pode ser tratada com antivirais, como o Oseltamivir (popularmente conhecido por Tamiflu), especialmente em pacientes com fatores de risco e se diagnosticada precocemente. Já o resfriado é tratado com medidas de suporte, como hidratação e repouso principalmente” , afirma.

Apesar de geralmente durarem entre sete e dez dias, tanto a gripe quanto o resfriado podem evoluir para complicações, como rinossinusite, otite média e pneumonia.  “Se o quadro se intensificar ou persistir além do esperado, é recomendável procurar avaliação médica” , alerta o especialista.

Atenção com a automedicação

Outro ponto destacado pelo médico é o risco da automedicação, prática bastante comum em períodos de aumento de doenças respiratórias.

“O uso indiscriminado de descongestionantes, xaropes e outros medicamentos vendidos sem prescrição pode ser prejudicial. Descongestionantes tópicos, por exemplo, podem causar efeitos adversos significativos e seu uso prolongado está relacionado a riscos de arritmia e hipertensão. Daí a importância de sempre buscar orientação profissional antes de iniciar qualquer tratamento” , conclui.

Unidade Farmacia Princesa - Cussy de Almeida

SERVIÇO

A Rede de Farmácias Princesa, com 11 unidades em Araçatuba e Birigui, tornou-se uma das maiores redes de farmácias da região, sendo referência em dedicação e excelência no atendimento aos clientes.

São mais de 50 anos construindo valores de ética, responsabilidade e pontualidade, oferecendo produtos de alta qualidade por meio de profissionais capacitados, com foco em levar mais saúde, bem-estar e qualidade de vida à população.

Telefone das unidades de Araçatuba: (18) 3637-0808

Telefone das unidades de Birigui: (18) 3638-9000

*Conteúdo de responsabilidade do anunciante 

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