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Galhos e folhas de árvores caídas em Maringá, são transformados em composto orgânico

Adubo é utilizado pelas hortas comunitárias da cidade

Com Secom/PMM - Redação - HojeMais Maringá
19/05/22 às 10h53

Resíduos de árvores que sofrem queda em Maringá, são transformados em adubo para a produção das 39 hortas comunitárias e do Viveiro Municipal da cidade.

No processo de compostagem, Maringá utiliza triturado de folhas e pequenos galhos de árvores recolhidos nas ruas, praças e canteiros, junto a materiais como palha (de milho ou soja), cinzas de caldeira e esterco de boi. 

O triturado de folhas de árvores é recolhido pelas equipes da Secretaria de Limpeza Urbana. São necessárias 2,7 mil toneladas por ano. É o maior resíduo utilizado na compostagem. O esterco de boi é destinado por um frigorífico local e, neste ano, também houve a doação de 100 toneladas produzidas pelo gado durante a Expoingá. O processo de decomposição dos materiais leva de 90 a 120 dias para ser concluído.

Anualmente, são produzidas 900 toneladas de adubo na Central de Compostagem. A prefitura informou que a SeTrab (Secretaria de Trabalho, Renda e Agricultura Familiar) produz e entrega periodicamente o composto nas hortas e do viveiro.

A diretora de Agricultura e Pecuária, Sami Messias, explica que a compostagem é fundamental para garantir o solo fértil dos espaços e a produção agroecológica das hortas, sem o uso de agrotóxico.

“É um ciclo fechado de sustentabilidade. O resíduo que poderia contaminar o meio ambiente é utilizado como adubo para produção de uma alimentação saudável e que beneficia milhares de famílias maringaenses”, afirma o secretário da SeTrab, Francisco Favoto.

Composto orgânico é direcionado às hortas comunitárias da cidade (Foto: Murillo Saldanha/PMM)
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