Cotidiano

Maringá terá 16 mil doses da vacina, estima secretária de Saúde

Na primeira etapa, imunização será in loco e poderá alcançar, neste momento, cerca de 8 mil pessoas - o equivalente a 2% da população; expectativa é que todas as doses sejam utilizadas em até três dias, segundo a secretária

Victor Faria - HojeMais Maringá 
14/01/21 às 20h08

Maringá terá aproximadamente 16 mil doses da vacina contra o novo Coronavírus, o que poderá garantir a imunização de cerca de 2% da população, ou seja, cerca de 8 mil pessoas. A informação foi repassada pela secretária de Saúde de Maringá, Maria da Penha, ao HojeMais Maringá. A expectativa é que, em no máximo, três dias, todas as doses sejam utilizadas.

"Como a vacina será por proporcionalidade da população, nós fizemos uma conta simples. Acreditamos que iremos receber de 15 a 16 mil doses, o que garantiria a imunização de aproximadamente 8 mil pessoas", destacou a secretária.

O primeiro grupo a receber o imunizante são os idosos que estão em instituições de longa permanência. Segundo Penha, há cerca de 415 pessoas nessa situação no município. Em seguida, serão imunizados os profissionais da saúde que atuam na linha de frente contra a Covid-19.

O grupo de profissionais da saúde, segundo a secretária, corresponde a 17 mil pessoas em Maringá. Por isso, haverá uma separação daqueles que atuam, de fato, no front contra a doença e a vacinação será feita de maneira proporcional, de acordo com cada instituição - seja ela privada ou pública. 

"Dentro de cada hospital vamos imunizar os profissionais que mais precisam: os que estão em UTI, Pronto Socorro e nas unidades que estão com esses pacientes internados. Vamos concentrar a distribuição e definir junto com infectologistas de cada hospital que vai receber a vacina", destacou.

Diferentemente do protocolo adotado por Curitiba, por exemplo, Maringá não terá uma estrutura, ou unidade expecifica, para fazer a vacinação da população. A secretária afirmou que 15 equipes da saúde irão fazer a imunização dos grupos prioritários in loco.

"A vacinação in loco é para não criar expectativa na população. São poucas doses nesse primeiro momento. Depois, se as demais vacinas forem aprovadas pela Anvisa, e houver um número mais expressivo, nos voltamos às unidades normais. O que nós precisamos são doses", disse a secretária.

O Governo Federal trabalha com cenário de 8 milhões de doses importadas - são 2 milhões de doses da AstraZeneca (importadas da Índia) e 6 milhões do Butantan -  que serão distribuídas para os estados a partir de segunda-feira (18). O município, entretanto, não sabe ainda qual das duas vai receber. 

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