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Passagem do transporte coletivo vai cair para R$ 4 a partir de 14 de fevereiro, diz prefeito Ulisses Maia

Município vai passar a subsidiar a gratuidade das passagens de ônibus; valor repassado do município para a TCCC, segundo o chefe do executivo, pode chegar a R$ 25 milhões por ano

Victor Faria - HojeMais Maringá
01/02/22 às 11h06

A passagem do transporte coletivo de Maringá deve sofrer uma redução de mais de 20%, a partir do dia 14 de fevereiro, de R$ 5,10 para R$ 4. A informação foi dada pelo prefeito Ulisses Maia (PSD), na primeira sessão ordinária da Câmara dos Vereadores de Maringá, na manhã desta terça-feira (1º).

O município irá subsidiar a gratuidade das passagens de ônibus, em um investimento, segundo o chefe do executivo municipal, anual de até R$ 25 milhões. Hoje, o valor da gratuidade é arcado pelos usuários do transporte público. Com a ação, a TCCC (Transporte Coletivo Cidade Canção) poderá praticar valores mais baixos na tarifa. A informação de que o prefeito utilizaria a tribuna para falar desse subsídio , já havia sido adiantada pelo HojeMais Maringá

"A gratuidade é um direito importante e deve ser mantido. Mas a forma como está sendo feito é injusta, pois os passageiros que utilizam o transporte acabam pagando esse custo. Com essa mudança, Maringá passa a praticar uma forma mais moderna em mobilidade urbana - fomentando a utilização do transporte coletivo. Com a passagem mais barata, mais pessoas tendem a utilizar o transporte. Com mais gente utilizando o transporte, a conta da empresa tende a equacionar", disse o prefeito.

Para cumprir a expectativa do pagamento dos subsídios e, consequentemente, a redução das passagens, o prefeito irá encaminhar um projeto de lei à Câmara dos Vereadores. A ação só será possível, caso  seja aprovada pelo legislativo municipal, já que há mudança no orçamento.

Indenização
Sobre a indenização requerida pela TCCC, o prefeito afirmou que só haverá acordo na justiça. Todo o levantamento feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) será encaminhado à justiça, para que haja negociação dos valores que foram trazidos pelo estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e que foram apontados pela concessionária. A indenização prevista pela empresa é de R$ 132 milhões - referente ao ajuste financeiro que deveria ter sido feito em duas ocasiões. 

O primeiro até 2019, quando a empresa já constatava falta de equilíbrio financeiro e o segundo que diz respeito aos períodos de maior restrição na pandemia, quando houve uma diminuição expressiva no número de passageiros. A justiça uniu os dois processos e a prefeitura aguarda os levantamentos contratados para fazer uma proposta.

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