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Brasil aposta em modalidades estreantes em Tóquio

Com campeões mundiais e líderes do ranking, skate e surfe puxam a lista de favoritos ao pódio

Neto del Hoyo - Dois Toques/ HojeMais Maringá
19/07/21 às 17h14

Correndo o risco de parecer brega (ou cringe, para usar a expressão do momento – o que já depõe contra mim), podemos dizer que o Brasil quer surfar na onda das modalidades estreantes das Olimpíadas de Tóquio para aumentar seu número de medalhas.

Serão cinco estreantes: beisebol, caratê, escalada, skate e surfe. Para esta última, responsável pelo trocadilho pouco engraçado no início do texto, temos os grandes favoritos. Do lado masculino os campeões mundiais Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, atualmente o melhor colocado no ranking mundial da modalidade; e do lado feminino, Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima. Todos têm chance de medalhas.

Assim como também são favoritos ao pódio os brasileiros do skate. No masculino, Luiz Francisco e Pedro Barros, respectivamente, terceiro e quarto do ranking atual, devem brigar pelo ouro na modalidade 'park'.

No feminino, a expectativa é ainda maior. As três representantes na modalidade 'street' podem completar um pódio inteiramente brasileiro: Pamela Rosa (1ª do ranking mundial), Rayssa Leal (2ª) e Letícia Bufoni (4ª). Destaque especial para Rayssa, que com apenas 13 anos se tornará a mais jovem atleta a representar o Brasil em Olimpíadas assim que der as primeiras remadas em seu skate.

Confirmado o favoritismo, não é viagem pensar que o Brasil pode chegar perto ou até mesmo superar o recorde de 19 medalhas (7 ouros, 6 de prata e 6 de bronze) obtido nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.  

Difícil? Claro. Impossível? De maneira nenhuma. 

"Entre 21 de julho e 8 de agosto, Tóquio sediará disputas em 46 modalidades"

NBA PODE TER NOVO CAMPEÃO NESTA TERÇA

A NBA (liga de basquete profissional dos EUA) pode ter um novo campeão nesta terça-feira (20). Para isso, o Milwaukee Bucks precisa vencer o Phoenix Suns no jogo 6 da série melhor de 7. Em caso de vitória dos Suns, teremos o sétimo e derradeiro confronto entre as equipes na quinta-feira (22).

Antes da temporada regular começar, poucos (pouquíssimos, mesmo) apostaram nas duas franquias como finalistas, mas num campeonato marcado por lesões graves das grandes estrelas, dois dos times que menos sofreram com isso conseguiram chegar na disputa pelo título.

Se Phoenix vencer, será campeão pela primeira vez na sua história. O time do Arizona foi fundado em 1968 e por duas vezes bateu no aro, nos vice-campeonatos de 1976 e de 1993 - este último, para o Chicago Bulls de Michael Jordan.

Os Bucks também somam outras duas finais de NBA, tendo sido derrotado pelo Boston Celtics de John Havlicek em 1974, três anos depois de levantar a taça nas finais de 1971. Na ocasião do seu único título, o time contava com Lew Alcindor, um dos melhores jogadores que já pisou numa quadra de basquete e que, depois, adotou o nome muçulmano Kareem Abdul-Jabbar.

De duas, uma: ou teremos um time vencendo pela primeira vez, ou uma equipe saindo da fila exatamente 50 anos após seu único título.

Caso os Bucks vençam o próximo jogo, a segunda opção se confirma para alegria da apaixonada torcida de Milwaukee, a cidade mais populosa do estado do norte-americano do Wisconsin. 

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