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Copa do Brasil: Galo forte, vingador e campeão

Com 4 a 0 no Mineirão, Athletico-PR precisa vencer por 5 gols para ficar com a Copa do Brasil; vitória por 4 gols leva decisão para os pênaltis

Neto del Hoyo - Dois Toques/HojeMais Maringá
13/12/21 às 10h48

“A não ser que o milagre aconteça”. “O Atlético-MG está com as duas mãos na taça”. “Não tem mais jeito”. Essas e outras expressões bem parecidas ganharam lugar na crônica esportiva após a goleada (4 a 0) do Galo no Furacão no jogo de ida da final da Copa do Brasil. E não precisa ser muito entendido para entender que reverter um placar tão elástico numa final (o maior da história do torneio) é muito difícil.

Realmente, a realidade é cruel com o Athletico-PR. A realidade é que o Galo, campeão brasileiro e bem perto de ser da Copa do Brasil, sobra no futebol nacional. Junto com Flamengo e Palmeiras, finalistas da Libertadores, forma a tríade dos supertimes que temos por aqui. A diferença é que o Verdão tinha um plano, como diria Abel Ferreira, e o Flamengo teve lá seus problemas de foco e gestão no grupo. Duas coisas que sobram no Palmeiras e no Galo. 

O Atlético-MG não é só um supertime porque tem ótimos jogadores em todas as posições, mas também porque entendeu que futebol não se trata apenas do seu estilo de jogo e qualidade. Trata-se de estudar como joga o oponente, entender seus pontos fortes e fragilidades para encontrar a melhor maneira de tirá-lo da zona confortável. 

Foi assim que o Palmeiras passou pelo Flamengo na final da Libertadores, explorando o buraco defensivo na subida de Filipe Luís. E foi assim também que o Galo colocou as duas mãos na taça da Copa do Brasil. Pressão do início ao fim. No campo e na saída de bola. Forçar o erro do Furacão na saída de bola foi o grande trunfo do time mineiro. O zagueiro Thiago Heleno e até o goleiro Santos se atrapalharam quando não conseguiram ter o mínimo de espaço que precisam para sair jogando. 

Se fosse uma luta de boxe, diria que o Galo colocou o Furacão contra as cordas durante toda primeira etapa dessa batalha prevista para dois rounds. Resta agora uma reação impensável do time paranaense que, além de ter que sair do corner, terá de ser certeiro nos golpes e não baixar a guarda. Falta um round, mas por pontos, já deu Galo.

"Com 12 gols e 7 assistências em 23 partidas da temporada, Vinicius Junior é o melhor brasileiro na Europa. Naturalmente, terá seu espaço na Seleção

OFICIALMENTE, TEMOS UMA NOVA RIVALIDADE NA FÓRMULA 1

Max Verstappen esperou até a última volta da última corrida de 2021 para colocar sua Red Bull à frente da Mercedes de Lewis Hamilton e, aos 24 anos, escrever seu nome na galeria dos campeões da Fórmula 1. 

Em seu primeiro título na categoria, o holandês bateu o heptacampeão em uma das temporadas mais disputadas da história, e se credenciou de vez como o grande candidato a tomar o bastão do inglês de 36 anos. Além do título de um jovem talentoso que estreou na F1 em 2015, com 17 anos, quando ainda nem tinha carteira de motorista, a conquista assina o contrato de rivalidade entre os dois pilotos. 

Não que a disputa nas pistas já não existisse, ou que faltasse tempero fora delas – longe disso. É que rivalidade sem equilíbrio acaba em hegemonia, e com o título, Verstappen já não é mais apenas uma perigosa ameaça ao reinado de Hamilton. Ele não vai apagar o que o inglês já fez pela categoria, mas está louco para impedir que ele escreva novas páginas em sua vitoriosa trajetória.

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