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Acadêmico defende a UFMS e critica o Paulo Guedes "Mão de Tesoura"

Confira esta e outras notas apimentadas sobre os bastidores da política

Hojemais - João Maria Vicente
10/06/19 às 23h24

“Se a UFMS corre risco de ser fechada em TL, porque está realizando concurso?” A respeito de nota desta coluna com esse título, jovem acadêmico de Direito disse que o "Mi Mi Mi" em torno do assunto não se justifica. O questionamento de que se tem dinheiro pra concurso, porque diz que vai fechar em setembro, segundo ele, é descabido.

ESCLARECENDO

"O corte que o 'Guedes mãos de tesoura' fez, são das verbas de despesas para manutenção da UFMS, tipo agua, luz e telefone etc. Ou seja, despesas não obrigatórias", explica, completando que "a verba que foi contingenciada [que é uma palavra bonita, mas na verade é corte] não tem nada a ver com custeio de mao de obra e pessoal; tanto é, que se você olhar no site da instituição, vai ver que faltam servidores", diz.

SALÁRIOS ATRASADOS

Tendo perdido o cargo de vice-prefeito de Campo Grande na Justiça, por conta de acusações da Operação Coffee Break que lhe renderam até prisão, colunista de site da Capital diz que Gilmar Olarte tenta, também via judicial, receber quase meio milhão de reais em salários entre o período que foi afastado até a data de sua renúncia ao cargo, em setembro de 2016.

AÇÃO JUDICIAL

Olarte diz, em ação protocolada da 3ª Vara de Fazenda Pública de Campo Grande, que foi afastado em 20 de agosto de 2015, cinco dias antes de o Judiciário reconduzir Alcides Bernal ao cargo. A partir de então, argumenta que deixou de receber as “verbas alimentares” devidas, seja como prefeito ou vice, medida que não havia sido decretada pela Justiça.

 

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