A maior seca dos últimos 44 anos somada aos milhares de focos de queimadas espalhados pelo país, já causam impacto no preço do açúcar, feijão, hortifrutis, carnes, leites e derivados. Outros itens também entram nesta lista dos alimentos que devem chegar mais caros na mesa dos brasileiros. Justamente no momento que o país tem a inflação sob controle, ajustada na meta, corre-se o risco de haver um descontrole neste segundo semestre. Estima-se que o feijão tenha um aumento de 40% até o final do ano. O açúcar cristal já subiu na cotação da Bolsa de Valores. O valor da arroba do boi gordo no atacado deve subir mais de 2%. Frutas e hortaliças também tiveram perdas nas produções, o que deve comprometer o abastecimento nas Ceasas. Os efeitos das queimadas vão muito além dos prejuízos imediatos nos preços dos alimentos. Além de aumentar o custo de vida da população, a devastação ambiental compromete a produção agrícola e a recuperação do solo a longo prazo
Os incêndios e queimadas que atingem várias regiões do Brasil têm gerado impactos importantes na economia, especialmente no setor de alimentos. O preço de produtos essenciais, como açúcar, feijão e carne, tem sofrido aumentos consideráveis, refletindo a escassez de oferta e os prejuízos causados aos produtores.
