O presidente disse ainda que não gostaria que houvesse cortes na educação e disse que não teve saída. "Na verdade não existe corte, o que houve é um problema que a gente pegou o Brasil destruído economicamente, com baixa nas arrecadações, afetando a previsão de quem fez o orçamento e se não tiver esse contingenciamento eu simplesmente entro contra a lei de responsabilidade fiscal", afirmou o presidente. "Mas eu gostaria que nada fosse contingenciado, em especial na educação", disse Bolsonaro.
Ao menos 75 universidades e institutos federais do País convocaram protestos em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC).
O presidente falou que a educação no Brasil "está deixando muito a desejar". "A garotada, com 15 anos de idade, na oitava série, 70% não sabe uma regra de três simples. Qual o futuro dessas pessoas?", disse o presidente, culpando o governo do PT por não ter dado "qualificação" a parte dos desempregados do País.
Bolsonaro visita Dallas em uma agenda improvisada e organizada às pressas pelo governo, depois de o presidente desistir de ir à cidade de Nova York. Ele participaria do prêmio de "personalidade do ano" concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos na noite desta terça, mas a homenagem foi alvo de boicotes e críticas do próprio prefeito da cidade, Bill de Blasio.
