Polícia

Baleado no Porto Real 2 era procurado e deu nome falso

Crime foi na noite de quinta-feira e homem levou 4 tiros; foragido do sistema penitenciário, permanece no hospital

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
04/02/20 às 09h51

O homem que foi baleado na cabeça na noite da última quinta-feira (30), no residencial Porto Real 2, em Araçatuba (SP), era procurado pela Justiça. Ele permanece internado na Santa Casa local, onde foi identificado com nome falso.

Segundo a polícia, ainda não há previsão de alta, mas quando deixar o hospital ele deverá ser encaminhado ao sistema carcerário.

A tentativa de homicídio aconteceu pouco depois das 23h30, na rua Moara Sacramento Amaro. Equipe da Polícia Civil esteve na Santa Casa logo após o crime e conversou com a vítima, que apesar de ter levado quatro tiros, estava consciente.

Um deles atingiu a cabeça de raspão, um no braço esquerdo, um na perna direita e outro na perna esquerda. Todos transfixaram o corpo.

Tiros

O homem alegou que estava em casa, quando o atirador bateu palma. Assim que a companheira dele abriu a janela, foram efetuados os disparos.

A companheira da vítima confirmou que puxou a cortina da janela para falar com a pessoa que batia palma na frente da casa e o suspeito pediu que aproximasse, alegando que queria falar com ela.

Ao abrir a janela, o viu empunhando uma arma e em seguida foram efetuados vários disparos em direção à porta da casa, que é de vidro, atingindo o companheiro dela.

A vítima foi socorrida por equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e no local do crime, perito do Instituto de Criminalística recolheu algumas cápsulas e dois projéteis aparentemente de pistola calibre 380.

Nome falso

O boletim de ocorrência informando que o paciente deu nome falso ao dar entrada no hospital foi registrado na tarde de segunda-feira (3).

Equipe da Polícia Militar foi até o hospital após receber a denúncia e, ao consultar o sistema, confirmou a fraude, constatando que a vítima é procurada por ser evadida do sistema penitenciário.

Ainda de acordo com o que foi informado, quem forneceu os dados do paciente ao hospital foi a companheira dele.

Como não há previsão de alta, o paciente permanecerá sob escolta da Polícia Militar enquanto estiver internado. O caso segue em investigação.

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