Com a chegada do período de estiagem, a umidade relativa do ar atinge índices preocupantemente baixos em diversas regiões do país.
Essa condição climática traz impactos diretos para a saúde, especialmente da pele e das vias respiratórias.
A dermatologista Dra. Flaviana Bialon, da Clínica Espaço Saúde, chama a atenção para a importância de redobrar os cuidados neste período.
Segundo a médica, a pele é uma das primeiras a sentir os efeitos do ressecamento. “É fundamental manter a hidratação constante, tanto com o uso de cremes adequados quanto com a ingestão de bastante água ao longo do dia”, orienta.
Outros hábitos simples também fazem diferença no dia a dia. A especialista recomenda:
- Evitar banhos muito quentes e demorados, que retiram a proteção natural da pele;
- Hidratar mãos e lábios com mais frequência, já que essas áreas sofrem mais com o ressecamento;
- Utilizar umidificadores de ar ou, na ausência deles, bacias de água e toalhas molhadas nos ambientes;
- Moderar o uso de buchas e produtos abrasivos, que podem agredir a barreira cutânea.
Além disso, o cuidado deve ir além da pele. Baixa umidade também pode provocar irritações nas mucosas, agravamento de doenças respiratórias e desconforto nos olhos. “Pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir esses efeitos. A hidratação é a chave para manter a saúde equilibrada nesse período seco”, completa a Dra. Flaviana.
A orientação médica é que, ao menor sinal de irritações persistentes, sangramento nasal frequente ou lesões na pele, a população procure atendimento especializado.
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