Esporte

Polêmicas do ano em 2021: as confusões mais chavosas do futebol; veja

Reportagem selecionou quatro tretas futebolísticas que chamaram a atenção, repercutindo bastante no futebol brasileiro

H+ Andradina
08/01/22 às 11h03
(Thiago Gadelha)

Nem só de brilho e lances bonitos vive o nosso amado futebol, não é mesmo? Às vezes, no calor da partida, os ânimos se afloram, seja por uma dividida mais dura com o companheiro de um time rival ou até mesmo um gol marcado, e brigar aparece como a única alternativa - ainda que seja uma escolha bem errada. 

Na temporada 2021, foram muitos os bate-bocas nos mais variados cenários: dentro de campo, fora de campo, entre jogadores do mesmo time e até contra árbitros. Sem deixar de mencionar, claro, a pancadaria mais comum de todas: entre torcidas adversárias. 

Rememorando, então, os lances mais polêmicos do futebol brasileiro, a reportagem listou os Top 5 maiores “barracos” do futebol brasileiro. Confusões que poderiam estar nas apostas esportivas de MMA na Betnacional pelo tamanho das brigas. Confira abaixo cada um deles.   

1 - Bahia x Ceará 

A confusão generalizada entre Bahia e Ceará ao final da decisão da Copa do Nordeste rondou o país e figura no topo da lista. O Tricolor de Aço, de virada por 2 a 1, conquistou o tetracampeonato regional em cima do Vovô, mas, ao final da partida, cenas lamentáveis tomaram conta da Arena Castelão. 

E o repertório da pancadaria foi extenso. Teve de tudo: chutes, tapas, murros, cadeiradas e voadoras. A maior delas protagonizada pelo atacante colombiano “Speed” Mendoza, do Ceará, para cima de Nino Paraíba, lateral direito do Bahia. A sorte é que o jogador do Esquadrão driblou a voadora e Mendoza acabou chutando o “vento”.  Ainda bem, né? 

Todo o “quebra pau” foi parar no STJD e, durante o Brasileiro, os atletas envolvidos, para mais de oito, somando os dois times, pegaram ganchos na Série A. 

2 - Gre-Nal 

Como não poderia deixar de faltar. O Gre-Nal, um dos maiores e mais tradicionais clássicos do Brasil, pegou fogo neste ano. E com um ingrediente a mais: o momento díspar vivido por Internacional e Grêmio ao longo da temporada. O Colorado, naquela altura do campeonato, lutava em posições acima da tabela do Brasileirão, enquanto o Tricolor gaúcho, contra o descenso - matematicamente selado na última rodada da Série A. 

No fim: 1 a 0 Inter, dando a lógica do time melhor posicionado - não à toa, as odds da Betnacional apostas esportivas para o alvirrubro ganhar o duelo eram um pouco acima de 1.6. Só que, após o término do duelo, eis que Patrick, entre abraços e idas para torcida, corre até a beira do campo, pega dois caixões em azul, branco e preto, e o levanta para o Beira Rio todo ver. O estopim para uma ira generalizada dos gremistas. 

3 - Cruzeiro x CSA

Fala, Zezé… E vamos de mais uma torta de climão. Desta vez na partida entre Cruzeiro e CSA, no Independência. Em campo: vitória de virada do time alagoano por 2 a 1 e decolada na tabela da Série B. Mas o resultado… uma briga homérica nos vestiários. Com direito a spray de pimenta da Polícia Militar para conter a situação. Ao final da partida, jogadores do CSA foram perseguidos por atletas cruzeirenses. 

Na comemoração do gol da virada dos alagoanos, marcado pelo atacante Iury Castilho, parte do elenco da equipe de Maceió fez referência, com gestos na mão, ao episódio “Fala, Zezé”, protagonizado pelo meia Thiago Neves em áudio enviado ao ex-presidente da Raposa, antes de partida do Cruzeiro com o CSA, em 2019. Na época, a Raposa lutava contra o rebaixamento e a partida contra o Azulão era decisiva para as pretensões do clube, que acabou rebaixado. 

O Batalhão de Choque foi acionado no estacionamento do Independência para controlar a briga. Cerca de 30 minutos após o término da partida, os ânimos foram acalmados.

4 - Fortaleza x Palmeiras 

A menos acalorada das brigas - ufa. Dominado pelo Fortaleza no primeiro tempo, o Palmeiras sofreu gol logo nos minutos iniciais de jogo no Castelão. Para além da festa da torcida cearense, outro fator também chamou a atenção, mas em campo: o bate boca dentro do gramado entre o capitão Gustavo Gomez e o goleiro Weverton. 

Aos 38 minutos, diante da marcação de Gomez, David chutou de fora da área e Weverton deu rebote, completado por Robson. Três minutos depois, com o jogo parado, o goleiro deixou a área e empurrou Gomez na direção do juiz. O zagueiro, portanto, começou a responder o companheiro de equipe e caminhou na direção do banco de reservas para reclamar da atitude do goleiro.  

No final da partida, Gomez concedeu entrevista em campo e tratou de minimizar a discussão com Weverton. De acordo com o zagueiro paraguaio, os dois conversaram durante o intervalo e resolveram a situação.

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