A 6ª Mostra de Teatro de Ilha Solteira (SP) começa hoje (22) e vai até sábado (25) com oito peças com entrada gratuita. As apresentações acontecerão na Casa da Cultura, na Praça dos Paiaguás e na Biblioteca Municipal. Confira a programação completa e a sinopse de cada peça no final desta matéria.
A Mostra de Teatro começa quarta-feira, às 20 horas, na Casa da Cultura, com o espetáculo 'Íris - Sinfonia do Adeus e Interior', com a Cia. O Blefe, de Araçatuba (SP). A peça, que tem classificação livre, chega a Ilha Solteira por meio de parceria com o Sesc Birigui.
No segundo dia, quinta-feira (23), mais duas peças serão apresentadas na Casa da Cultura. A Cia. Melissa & Paulo Teatro, de Ilha Solteira, apresenta o infantil 'Sítio do Picapau Amarelo', a partir das 15h30. No mesmo dia, a partir das 19h30, a atração será o espetáculo 'Brasileiros', também da Cia. Melissa & Paulo Teatro. Ambos têm classificação livre.
No terceiro dia, sexta-feira (24), serão três peças. O projeto Uniarte, realizado pela Brigueiro Participações e Serviços Teatrais e patrocinado pela CTG Brasil, apresenta o espetáculo 'O Riacho dos Desejos', a partir das 14 horas, na Biblioteca Municipal. Às 19h30, a atração será 'Ambulante', com a Cia. Arte Negus, na Praça dos Paiaguás. O espetáculo é oferecido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (Apaa), por meio do Circuito Cultural Paulista. Fechando o terceiro dia, às 21 horas, na Casa da Cultura, será apresentado 'O Casamento de Maria Feira', com a Cia. Feart, de Ilha Solteira. Todos com classificação livre.
No último dia, sábado (25), a 6ª Mostra de Teatro de Ilha Solteira será encerrada com o espetáculo 'Sabiás do Sertão', a partir das 18h30, na Praça dos Paiaguás. Mais tarde, às 21 horas, na Casa da Cultura, o espetáculo será 'Acordes', com classificação 14 anos. As duas peças são da Cia. Cênica, de São José do Rio Preto (SP).
A 6ª Mostra de Teatro de Ilha Solteira é uma realização da Prefeitura, por Meio do Departamento de Cultura, e conta com a parceria do Sesc Birigui, CTG Brasil, Apaa e Fundação Cultural.
Retirada de ingressos
Para assistir aos espetáculos apresentados na Casa da Cultura, será necessário retirar ingresso antecipadamente. A bilheteria será aberta sempre uma hora antes de cada apresentação. Os ingressos são gratuitos.
Programação completa
Dia 22, quarta-feira
20h - Casa da Cultura
'Íris - Sinfonia do Adeus e Interior', Cia. O Blefe - Araçatuba (Adulto - Livre)
Um caixeiro viajante traz em suas malas os causos dos nossos vizinhos, as intimidades de nossa terra, do interior do estado de São Paulo. O espetáculo foi construído a partir de memórias reais registradas e colhidas com o público durante as atividades do projeto Íris.
Parceria: Sesc Birigui
Dia 23, quinta-feira
15h30 - Casa da Cultura
'Sítio do Picapau Amarelo', Cia. Melissa & Paulo Teatro - Ilha Solteira (Livre - Infantil)
Pedrinho, Narizinho, Emília, Tia Nastácia, Dona Benta e a Cuca são alguns dos personagens que formam a turma do Sítio do Picapau Amarelo. Juntos, se envolvem em divertidas aventuras escritas pelo imortal Monteiro Lobato, que este ano completa 70 anos de seu falecimento. Dentre as diversas histórias, o espetáculo apresentará os episódios 'A Pílula Falante', 'O Periscópio', 'A Cuca' e 'Reinação Atômica'.
19h30 - Casa da Cultura
'Brasileiros', Cia. Melissa & Paulo Teatro - Ilha Solteira (Adulto – Livre)
O espetáculo é um trabalho de pesquisa sobre a personalidade típica do brasileiro e suas 'brasilidades'. Com muito humor e espiritualidade, as cenas escolhidas fazem um painel do cotidiano e revelam as alegrias e dificuldades em ser brasileiro. Os textos são um compilado de cenas escritas por autores nacionais consagrados, que pensaram o Brasil como um universo repleto de contradições e diversidade.
Dia 24, sexta-feira
14h - Biblioteca Municipal
'O Riacho dos Desejos', Projeto Uniarte (Livre)
'O Riacho dos Desejos' é um dos milhares de contos de origem chinesa que chegaram até o ocidente. Eles datam de 2500 anos, onde valores morais e éticos eram transmitidos oralmente em pequenas histórias do cotidiano Chinês. O conto camponês 'O Riacho dos Desejos' narra a história de dois irmãos pescadores que cultivam o egoísmo e a individualidade. Com a generosidade da irmã mais nova, eles experimentarão a força do amor e da solidariedade, ao conhecer a jovem princesa dos bosques. Somente quem possui desejos bons conseguem pescar no Riacho dos Desejos.
Parceria: CTG Brasil
19h30 - Praça dos Paiaguás
'Ambulante', Cia. Arte Negus (Livre)
A história gira em torno de 'Figura' e 'Ououou', personagens que perderam tudo e não querem perder a esperança em realizar seus sonhos. Para isso, apostam no comércio informal para alcançar seus desejos e transformar uma barraquinha de ambulantes num espetáculo de rua.
Parceria: Apaa
20h30 - Casa da Cultura
'O Casamento de Maria Feia', Cia. Feart (Livre)
O Casamento de Maria Feia é uma comédia nordestina da autoria do escritor baiano Rutinaldo Miranda. A trama envolve um cangaceiro sanguinário, que busca um marido para sua filha encalhada que não foi esteticamente favorecida pela natureza, e um sujeito frouxo que descobre tarde demais em que enrascada se meteu.
Dia 25, sábado
18h30 -Praça dos Paiaguás
'Sabiás do Sertão', Cia. Cênica (Livre)
O espetáculo trata dos expoentes maiores da música caipira, Cascatinha & Inhana, primeira dupla sertaneja formada por marido e mulher que, em sua trajetória, reverencia com primazia a cultura de raiz, o ser, estar e viver artista, o prazer da canção e do encantamento. O circo e o rádio, presentes na trajetória da dupla, são trazidos à cena por uma companhia ambulante de teatro, com artistas rapsodos que contam, vivem, tocam, dançam e cantam um pouco da vida e muito do rico repertório de toadas, guarânias, rasqueados, boleros, rancheiras e canções imortalizadas nas vozes destes 'sabiás do sertão'.
21h - Casa da Cultura
'Acordes', Cia. Cênica (Adulto - 14 anos)
Em 31 de março de 1964, tropas paulistas e mineiras marcham pela Guanabara. É o começo da 'revolução'? É a Ditadura Militar! Os acordes distorcidos das metralhadoras, dos desaparecidos, das repressões físicas e intelectuais transformam-se nos acordes musicais que ultrapassam gerações e não nos deixam esquecer de um tempo em que falar sobre flores é quase um crime!
'Acordes' faz um passeio musical pelas décadas de 1960 e 1970, propondo reflexões sobre os 'anos de chumbo' da história do Brasil. Num intenso entre cantar, reviver, declamar e encenar, os atores trazem à tona o trágico desta história, o que não se pode apagar, o que não se pode repetir.