Como a personagem, a nossa Poliana, por seu amor à família e valores recebidos por eles, tem o dom de desenvolver nas pessoas sentimentos que transbordam corações.
Em oito de outubro de 1985, o pai de Poliana Óbice Martins, celebrou com a família e amigos a chegada de um bebê radiante e amada criança de olhos vivos e encantadores. Trinta e um anos depois, Poliana planeja seu primeiro filho. E se pensa em uma coisa que pode passar a diante, é o grande amor que sempre recebeu dos pais, e as lembranças dos dias felizes em família. Assim é Poliana, toda amor, sem perder aquele jeito forte de menina do interior.
De uma família tradicional ligada ao campo, Poliana é uma das filhas do casal José Rodrigues Celestino Filho e Vera Lúcia Óbice Celestino. A irmã mais velha, Tatiana (34) hoje mora na Itália. As duas seguiram os passos da mãe, na fisioterapia, mas Poliana, dedica-se apenas ao Pilates, uma verdadeira paixão. Ela também vem se consolidando como uma comerciante de primeira, com roupas da moda, além da moda fitness.
A primeira vista, Poliana é mais uma mulher bonita de traços naturais e uma presença singular. Vista de perto, vimos um coração que não cabe no peito e essa força da mulher “senhora” de sua família, gente de criação e valores.
“Sempre sou um pouquinho julgada pela aparência. Sou a “metida”, “chata”, mas quem acaba me conhecendo depois sabe que nada disso é verdade”, diz.
Em sua criação, o valor de Deus e de tratar a todos como iguais e respeito, por isso Poliana usa a linguagem de todo mundo, um dom para fazer amizades em todos os lugares. “Meus pais passaram que Deus é tudo na vida da gente. Eu acredito muito Nele”.
Casada há quatro anos com o ortopedista, Rafael José Dutra Martins, planeja a maternidade. “Decidimos que é o momento, a melhor hora. Mas é claro que também tem muita cobrança da família. Minha mãe está doida para ser vó. Eu fui a primeira a casar e ainda não tenho filhos. Como minha irmã Tati está morando em Milão, na Itália, não está com planos de engravidar. Menino ou menina, será vindo em uma boa hora. Quero muito um casal e prefiro que venha a menina primeiro”, diz.
Proximidade familiar
Até hoje, Poliana vive ao lado dos pais. Aliás, toda a família mora bem perto, o que a faz lembrar das tardes da infância com o quintal cheio de primos e amigos. “Eu sempre brincava muito na rua, de boneca e eu ainda tenho esse espirito infantil até hoje, gosto de desenho animado e me sinto às vezes bem “menina”, vou brincar muito ainda”, conta.
Sobre a forte presença dos pais, ela diz: “É muito bom morar perto de pai e mãe, a gente sempre pode contar com tudo. Na minha lista de coisas a ensinar aos filhos, está em primeiro o amor, o imenso amor que eles passaram pra mim e pra minha irmã. A educação, de tratar todo mundo por igual, pois ninguém é diferente de ninguém, e o quanto é bom ter uma vida em família”, finaliza.