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Bombeiros alertam para os riscos de afogamentos e reforçam campanha de prevenção no Rio Paraná

Segundo o tenente Avanço do 3º Subgrupamento de Dracena, no período do verão, o número de banhistas aumenta nos balneários; de outubro de 2016 a outubro de 2017, foram registradas três mortes por afogamento.

Carlos Volpi - portalregional
11/12/17 às 09h14
Bombeiros orientam banhistas e pescadores às margens do rio Paraná (Divulgação/Corpo de Bombeiros)

 Faltando 11 dias para o início do verão, em que as pessoas utilizam as piscinas domiciliares e clubes, represas e principalmente os balneários das cidades da região às margens do rio Paraná, faz com que o Corpo de Bombeiros liga o sinal de alerta para as ocorrências de riscos por afogamentos, que são comuns neste período.

 Em entrevista exclusiva para o JR, o tenente Avanço do 3º Subgrupamento de Dracena, ressaltou para os riscos de afogamentos e reforçou a campanha de prevenção no Rio Paraná, que vem sendo realizada pela corporação.

 Ainda segundo ele, os principais tipos de afogamentos na região são causados no rio Paraná e piscinas.

 De acordo com o tenente, o Corpo de Bombeiros já começou a campanha de prevenção no Rio Paraná contra essa ocorrência, desde novembro e estenderá até abril do ano que vem, uma vez que, o número de banhistas aumenta nos balneários para se refrescarem, além dos pescadores que praticam a pesca as margens ou apoitados durante o decorrer do ano.

 A ação preventiva, segundo ele, é feita a orientação e entrega de panfletos informativos aos pescadores e banhistas, às margens do rio Paraná.

 Ainda conforme Avanço, de outubro do ano passado a outubro de 2017, foram registradas três mortes por afogamentos, sendo duas de pescadores e um de banhista.

 Nos balneários de Panorama e Paulicéia, o comandante do 3º Subgrupamento de Dracena, alerta os banhistas quanto à linha de segurança para não ultrapassar o limite, uma vez que, a profundidade é maior e há riscos para afogamentos.

 Ele também orienta quanto ao consumo de comidas e bebidas alcoólicas pelos banhistas, antes de entraram no rio para refrescarem.

 Em relação aos pescadores, Avanço orienta para o uso do colete salva-vidas quando estiver apoitados no meio do rio, em caso da embarcação virar, os mesmo estarão seguros com o equipamento.

 Piscina domiciliar

 Outra preocupação e alerta do Corpo de Bombeiros sobre os riscos de afogamentos, conforme o tenente Avanço, é em relação às crianças de 2 a 4 anos de idades com famílias que possuem piscina, em que as ocorrências desse tipo é mais frequente.

 Ele ressalta a atenção no cuidado da criança por parte dos pais e também, quando for construir uma piscina, a orientação é que faça um cercado em volta para que a criança não tenha acesso.

 Avanço orienta que, em caso de afogamento de uma criança é aconselhável que retira rapidamente da piscina e acione o Corpo de Bombeiros através do 193.

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