O advogado e presidente da regional de Andradina da ACRIMESP [Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo], dr. Gilvaine Ortuzal, 49, concluiu nesta semana o curso de DELAÇÃO PREMIADA, do programa de pós-graduação lato sensu da FGV ? Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.
A Fundação Getúlio Vargas é uma tradicional instituição de ensino, fundada em 1944, com o objetivo inicial de preparar pessoas qualificadas para a administração pública. É a instituição brasileira mais bem colocada na primeira edição do ranking Alma Mater Index: Global Executives, feito pela revista britânica Times Higher Education (THE), que lista os 100 melhores locais para a formação de diretores executivos, a FGV está à frente de universidades como Princeton, nos Estados Unidos, e Cambridge, no Reino Unido.
O curso contou com renomado corpo docente, dentre eles o professor de processo penal da USP e autor de diversos livros Dr Gustavo Badaró, o criminalista que defende o presidente da Camargo Corrêa na “lava jato” dr Pierpaolo Bottini e o procurador da República dr Rodrigo de Grandis.
Ortuzal, após conclusão do curso, fez breve avaliação: “Eu já defendia o instituito da Colaboração Premiada, por ser um importante meio de investigação e também de defesa”.
“Após aprovação no processo seletivo e com incentivo e apoio do dr Ademar Gomes, presidente do conselho deliberativo da ACRIMESP, busquei aprimoramento e tive a oportunidade de dividir a sala de aula com importantes profissionais, como uma promotora de justiça do GAECO, advogado assistente de acusação pela Petrobrás na ´lava jato´, entre outros com larga experiência prática em delação premiada.
Foi enriquecedor discutir o tema de forma crítica, seja do ponto de vista doutrinário, seja sob o aspecto prático, em especial diante das recentes decisões judiciais proferidas no âmbito da “Operação Lava Jato”.