Do dia pra noite, sem nenhuma conversa ou aviso, marcenarias da cidade de Andradina se viram com as sobras de MDF sem local para descartar. Uma decisão unilateral da Administração Mário Celso Lopes, que decidiu proibir o descarte desse material no Ecoponto. Sem ao menos atender os marceneiros para dar uma explicação ou ajudar numa solução, o secretário de Governo, Ernesto da Silva Jr, não atende os marceneiros, a secretária de Meio Ambiente, Leila Rodrigues, fala que está em reunião. Enquanto isso, as sobras de MDF se acumulam nas marcenarias da cidade e logo devem começar a aparecer nas estradas rurais e terrenos baldios, forçando a Administração a recolher.
As marcenarias da cidade se uniram para tentar solucionar este problema criado pelo Administração Mário Celso Lopes. Já que por anos fizeram o descarte no Ecoponto rural, onde eles eram responsáveis por levar o material até o local. “Nos foi tirado o direito de descarte no Ecoponto, o que acontece em todas as cidades, mas queremos uma solução, pois daqui a pouco haverá tanta sobra de MDF e de pó que acabará sendo descartado de forma irregular”, comentou Ari da Ari Designer que está a frente da comissão dos marceneiros da cidade. “Queremos solucionar, inclusive fomos atrás de uma empresa que recolhe e o caminhão cobra R$ 5 mil por cada vez que vem pegar material, iremos inclusive arcar com esse valor, mas precisamos de um local fora da cidade para que seja depositado o descarte para que seja recolhido, nem isso, a Administração quer ouvir e ajudar”, revelou Ari.
