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Morte de Maria Júlia completa dois anos e acusado ainda aguarda julgamento

O acusado de matar a ex-namorada com 35 facadas, Jean Gomes de Menezes Santana há mais de dois anos ainda não foi julgado.

Da redação - Ilha Solteira
15/04/20 às 10h07
Jovem foi morta aos 17 anos em Ilha Solteira (foto; Arquivo Pessoal)

O acusado de matar a ex-namorada com 35 facadas, Jean Gomes de Menezes Santana há mais de dois anos ainda não foi julgado. O crime contra Maria Julia (17) aconteceu em Ilha Solteira em 2018. A última movimentação no processo ocorreu há seis meses, quando Jean foi pronunciado pelo crime e teve a prisão preventiva mantida pela Justiça.

De acordo com a sentença de pronúncia, Jean é “pessoa fria e potencialmente perigosa” e por isso foi mantido preso na unidade prisional de Tremembé (SP).

A família de Maria Júlia espera Jean seja julgado por júri popular por homicídio quadruplamente qualificado: motivo fútil, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, o feminicídio.

O crime

Maria Júlia foi morta aos 17 anos no dia 9 abril de 2018. Ela foi atacada pelo ex-namorado, na esquina da viela onde morava com colegas de faculdade, no Passeio Batalha em Ilha Solteira (SP).

Ela seguia para o Campus II da Unesp, onde cursava Zootecnia, acompanhada por amigas quando o ex apareceu em seu caminho com uma faca. Maria Júlia não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Jean fugiu de carro levando a faca utilizada no crime sendo preso dois dias depois do crime em Pereira Barreto (SP).

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