O documentário A Mulher da Casa do Arco Íris, do diretor andradinense Gilberto Alexandre Sobrinho, foi contemplado com Prêmio Estímulo ao Curta-metragem, da Secretaria da Cultura de São Paulo e será lançado em 2017
Este curta-metragem é um documentário poético sobre a história e a vida de Mãe Dango, sacerdotisa do candomblé de Angola, na cidade de Hortolândia, região metropolitana de Campinas/SP. Trata-se de uma mulher negra, de origem humilde, que construiu uma grande e respeitada família religiosa, sendo portadora e difusora do legado banto e que se tornou símbolo da luta contra o racismo, a intolerância religiosa e o fim da pobreza. Fé, resistência, beleza e afetos comunitários são alguns dos fortes valores relacionados à sua figura.
O Prêmio
Sete filmes foram contemplados no edital de 2016 do Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem, uma das iniciativas mais antigas de apoio ao audiovisual do Governo do Estado de São Paulo. No total, foram inscritas 328 obras nos gêneros ficção, documentário e animação. Cada proponente selecionado recebeu R$ 80 mil para a realização de seu curta.
O Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem é uma das iniciativas mais antigas da Secretaria da Cultura, ajudando a revelar, desde 1968, cineastas como Carlos Reichenbach, Ugo Giorgertti, Beto Brandt, Tata Amaral, Cao Hamburger, Laís Bodanzky e Anna Muylaert, entre outros.