Em nota o Cap PM Comandante da 1ª Cia do 2º BPAmb, Marcelo Fernando Marques, vem agradecer aos profissionais dos meios de comunicação que tem por missão precípua levar a informação real dos fatos a todos, também agradecemos a preocupação por parte da população regional em manter o meio ambiente equilibrado, buscando sempre o crescimento sustentável aliado ao ganho social.
Assim sendo, informamos que a Polícia Militar Ambiental está diariamente nos rios, campos e cidades trabalhando para que esse bem de interesse difuso seja garantido a todos, independente de qualquer peculiaridade ou interesse individual que se sobreponha ao coletivo, o que nos deixa muito tranquilos em afirmar que nossas ações são pautadas em estudos de pontos críticos e de incidências de ocorrências ambientais onde as demandas pedem maior intensificação de ações, inclusive sendo elaborados Cartões de Prioridade de Patrulhamento os quais definem metodologicamente os trabalhos que dever ser realizado naquele dia de intenso serviço, pois a abrangência da área é fator preponderante e deve ser dimensionada em nossas atribuições, o que ao contrário de certas declarações que insistem em chegar ao conhecimento da sociedade, existe sim muita coerência e dinamicidade nas ações de tão importante Corporação.
As informações descritas em matéria datada de 19/04/17, de título “Pesca no Rio Paraná não tem fiscalização nem mesmo na Piracema”, no que se refere ao policiamento ambiental não podem ser tomadas como verídicas, pois as fiscalizações são realizadas confrontando nomes e documentos pessoais com bancos de dados digitais “on-line” em terminais móveis mais conhecidos como “TMD”, o que comprova o total desconhecimento daqueles que promovem a disseminação informações inverídicas e de falsa credibilidade.
Quanto as informações de “...devassa da população aquática do Rio Paraná...” pode ser interpretada também como um posicionamento pessoal, pois não chegou ao conhecimento de nossa instituição estudo científico que comprove tal redução por suposta prática descrita, pois existem leis, decretos e resoluções onde estabelecem práticas possíveis de ação de pesca e outras atividades aquáticas, nas quais representantes legislativos debruçaram sobre o assunto e pormenorizaram deliberações que foram acatadas por todos nós e servem de esteio de nossas práticas fiscalizatórias.
A rigidez da depuração interna da Polícia Militar também nos deixa confiantes em afirmar que qualquer desvio ético, moral e social é e sempre será passível de apuração com a imputação da devida dosimetria de sanção, sem conivência com irregularidades que ocorram, pois dentro das fardas existem trabalhadores, pais de família e responsáveis por seus lares que buscam nessa profissão trazer o sustento diário, e uma vez que se afirma que há “...denúncias de corrupção...” sem que elenque nomes ou qualquer tipo de formalização para apuração está se denegrindo um grupo de pessoas que tem em sua profissão a característica precípua da honestidade.
Ato contínuo informamos novamente os canais de denúncias, os quais podem ser utilizados por qualquer um do povo, para descrever ou denunciar fatos que possam fugir dos padrões legais e sociais, tanto de crimes como de desvios de servidores: Disque Denúncia - 181, Fale Conosco (www.policiamilitar.sp.gov.br), Atendimento nas OPM (pessoalmente ou pelo respectivo telefone), Corregedoria da PMESP (pessoalmente, pelo telefone (11) 3322 0190 ou pelo endereço eletrônico www.ssp.sp.gov.br/denuncias) e Disque PM.(pelo telefone 0800 0555 190)
Desta forma a Polícia Militar do Estado de São Paulo, representada pela 1ª Companhia de Policiamento Ambiental do 2º BPAmb, vem a público divulgar novamente as atividades realizadas em sua área de atribuição durante o período de Piracema 2016/2017: