Polícia

Borracheiro que assassinou as adolescentes Jenifer e Yara condenado a 85 anos de prisão

 Em um dos julgamentos mais longos realizados no Fórum da Comarca de Pereira Barreto, quase dez horas depois o júri popular realizado nesta quinta-feira, 26, condenou a 85 anos de prisão o borracheiro Edson Francisco de Souza, 45, pelos estupros e mortes das adolescentes Jenifer Nayara da Silva, 13, e Yara Barbosa, 14, ambas de Andradina.

jornalimpactoonline - Moisés Eustáquio  
27/04/18 às 14h05
(Roni Willer / Paparazzi News)

 Em um dos julgamentos mais longos realizados no Fórum da Comarca de Pereira Barreto, quase dez horas depois o júri popular realizado nesta quinta-feira, 26, condenou a 85 anos de prisão o borracheiro Edson Francisco de Souza, 45, pelos estupros e mortes das adolescentes Jenifer Nayara da Silva, 13, e Yara Barbosa, 14, ambas de Andradina.

 Os crimes ocorreram quatro anos atrás e as vítimas foram lançadas de uma ponte nas águas do rio Tietê, ainda vivas, segundo investigações, encontradas nuas e boiando posteriormente. Antes foram estupradas pelo borracheiro.

 Familiares das vítimas acompanharam o julgamento com faixas pedindo justiça. Entre as testemunhas ouvidas na audiência o delegado Tadeu Aparecido Coelho, que investigou os assassinatos e esteve até no Paraná para prender o borracheiro que fugira para aquele estado.

 Como assistentes da acusação os advogados criminalistas Gilvaine Ortuzal e Ana Paula Schoriza, do escritório Schoriza & Ortuzal de Andradina, ambos sempre otimistas quanto à condenação, reforçaram o pedido do promotor que defendeu com veemência a condenação do borracheiro.

 Durante o julgamento Edson Francisco de Souza mudou as versões anteriores alegando inocência. Chegou a dizer que havia outras pessoas. Mas as fartas provas contra ele foram suficientes para convencer os jurados do caso.

 Ana Schoriza enfatizou a vasta ficha criminal do acusado e destacou o fato de o réu ser tão bom de lábia para tentar se safar da condenação a ponto de esboçar sorrisos falsos. 

 Gil Ortuzal comentou que o réu deu seis versões diferentes no decorrer do processo e já havia confessado os crimes na fase policial. "Foi algo que não esperávamos", admitiu o criminalista.

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(Reprodução jornalimpactoonline)
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