A família do suspeito de praticar injúria racial contra um jovem no ambiente de trabalho vem supostamente recebendo ameaças, principalmente através das redes sociais.
As testemunhas já foram ouvidas e a intensa comoção popular sobre o caso fez com que a Polícia Civil suspendesse qualquer informação sobre as investigações
Entenda - Um ex-funcionário de uma loja de auto peças e retífica, em Ilha Solteira, denunciou o gerente do estabelecimento onde trabalhava por injúria racial.
O trabalhador de 24 anos procurou a polícia para relatar que vem sofrendo com as injúrias praticadas na frente de várias pessoas.
Além de ser chamado pelo gerente, pai da proprietária do comércio, de “pássaro preto, neguinho, negão, crioulo, carvão, macaco, preto”, ele ainda teve que ouvir a seguinte declaração quando cometia algum erro no serviço: “por isso que eu não gosto dessa raça de preto, essa raça de preto devia ser extinta do planeta, tem que matar todos”.
O ex-funcionário relatou que se sente muito constrangido e, por esse motivo, não teve mais condições de trabalhar na empresa.