Polícia

Familiares alegam inocência de condenados por crime no Nova Iorque

O pedreiro Jair Mariano da Silva, 43 anos, e o servente Tiago Florêncio do Santos, 27, foram condenados pela Justiça de Andradina, por latrocínio (roubo seguido de morte) do aposentado Joaquim Candido da Silva, então com 78 anos.

Castilho
01/11/19 às 05h25
(foto: Paparazzi News)

O pedreiro Jair Mariano da Silva, 43 anos, e o servente Tiago Florêncio do Santos, 27, foram condenados pela Justiça de Andradina, por latrocínio (roubo seguido de morte) do aposentado Joaquim Candido da Silva, então com 78 anos. O crime ocorreu em janeiro de 2018, no bairro Nova Iorque, em Castilho. Eles estão cumprindo pena na penitenciária de Andradina.

Patrícia Regina Marques Mariano, 38, casada há 25 anos com Jair Mariano, e sua cunhada Pamela Fonseca Lima, 25, que convive há dez anos com Tiago se dizem preocupadas com o destino que a Justiça deu aos réus, que elas dizem ser inocentes.

Tiago foi condenado a 26 anos e 8 meses. Jair, 22 anos e 9 meses. Para elas, “a Justiça foi falha na apresentação das provas quanto ao DNA que não apresentou materiais genéticos.” “A única prova são duas testemunhas de acusação, que negaram em depoimento à frente do Juiz Rodrigo Ferreira Rocha. Queremos a Justiça. Aqueles que verdadeiramente foram os autores do crime que paguem pelo crime e não que esses inocentes apodreçam na mão do Estado”, disse Pamela, que garante ter conhecimento de outros suspeitos.
O advogado Álvaro Neto disse que vai recorrer da sentença.

“Eles são inocentes, pais de família que estão perdendo a liberdade de acompanhar o crescimento de seus filhos”, garantiu a defesa. “Na semana que vem vamos procurar uma ONG que defenda os direitos dos réus, vou procurar a mídia nacional para que a Justiça reveja esse caso, que ela use a lei sem lembrar do passado deles (Jair já foi processado por porte de arma) e Tiago (processado por assalto)”, disse Patrícia.

“Queremos que a Justiça seja feita. Eles são inocentes. Esse é um erro que tem que ser revertido. No dia do crime me recordo que eles estavam muito felizes em casa se preparando para uma festa de aniversário dos filhos de Tiago. A festa durou umas quatro horas, depois fomos para casa, dormimos e acordamos com a notícia do crime e então tudo desmoronou quando o jogaram na prisão sem provas”, disseram Pamela e Patrícia. (com Paparazzi News)

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