Polícia

Pai e padrasto presos pela Polícia Civil em Andradina acusados de abusar de irmãs

Acatando ordem judicial, a Delegacia de Defesa da Mulher prendeu nesse fim de semana os pintores J.

Andradina
18/05/21 às 16h48

Acatando ordem judicial, a Delegacia de Defesa da Mulher prendeu nesse fim de semana os pintores J. A,(59), e W. C. S. O, (35), acusados de estupros de vulnerável. As vítimas são duas irmãs de 4 e 5 anos . Ambos estão na cadeia em Pereira Barreto.

Os abusos foram descobertos porque agentes da rede de proteção constataram situações anormais durante atendimento domiciliar na casa das crianças, no bairro Pereira Jordão, e denunciaram as suspeitas ao Conselho Tutelar. J. A se separou da mãe das crianças cerca de 18 meses atrás.

Constatados os abusos, as irmãs foram encaminhadas a um abrigo, sob tutela do município. Protegidas, ambas contaram que eram submetidas a atos libidinosos pelo pai.

Agentes da DDM descobriram também que o padrasto delas, W. C. S. O, teria praticado atos mais graves ainda, como introduzir o dedo nas partes íntimas das meninas. Exames periciais estão sendo aguardados pela investigação. Segundo a polícia, W. C. S. O convivia com a mãe das crianças por um ano e meio.

PRISÃO DE J. A

J. A foi capturado na manhã de sexta-feira (14), por PMs e civis da DISE – Delegacia de Investigações Gerais. A princípio ele negou as acusações e acha que foi armação da ex-mulher e o atual companheiro dela, justamente W. C. S. O.

PRISÃO DE W. C. S. O

W. C. S. O, que estava pernoitando em uma igreja evangélica localizada na rua Alexandre Salomão, centro. Foi preso no trajeto a pé da casa de um pastor e a referida igreja logo depois de jantar.

W. C. S. O negou o crime e afirmou que já teria fugido se tivesse cometido algo de errado por conta da repercussão do caso. Já no plantão disse que só se falaria em juízo. A delegada da DDM, Michele Miliorini , também preferiu não se pronunciar.

Uma outra irmã das crianças, de 8 anos, não quis ser submetida a exames de um médico legista, por isso não foi possível constatar se ela também foi vítima de um dos dois acusados. A Polícia Civil tem 30 dias para aprofundar as investigações e concluir o inquérito. (Por MIL NOTICIAS/Agência)

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