A Polícia Civil de Ilha Solteira (SP) vai instaurar inquérito para apurar as causas da morte de um menino que completou 1 ano e 3 meses no último dia 2.
Segundo o boletim de ocorrência, a criança morreu vítima de afogamento, mas as versões apresentadas pelos pais foram conflitantes.
O caso teria ocorrido por volta das 16h e foi registrado por policiais militares. No boletim de ocorrência consta que os policiais foram chamados no hospital regional, onde a médica que atendeu o paciente informou que pediria a realização de exame necroscópico, devido às versões sobre o que teria ocorrido, apresentadas pela mãe e pelo padrasto do menino, não baterem.
No hospital os policiais não conseguiram falar com a mãe do bebê, que estava muito alterada e precisou de atendimento médico.
Quando os policiais estiveram no hospital, o padrasto do menino estava ausente, pois havia saído para buscar os documentos da vítima.
Mais tarde ele esteve no plantão policial e alegou que um vizinho, que mora ao lado da casa da família, ajudou no socorro do bebê até o hospital.
Polícia
Apesar de no boletim de ocorrência não haver nenhuma informação sobre como teria ocorrido do afogamento, o site Ilha Solteira News divulgou que a criança dormia no quarto com a mãe e o padrasto momentos antes.
O casal contou que quando ela levantou e saiu do quarto, imaginou que iria para o quarto da avó, mas algum tempo depois, ao procurá-la, não a encontraram.
O menino teria sido localizado pelo padrasto, já desacordado dentro da piscina. Ele teria tentado reanimá-lo com a ajuda de vizinhos e um deles o levou para o pronto-socorro, onde foi constatada a morte.
O corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para exame necroscópico antes de ser liberado para velório e enterro.