Ás 19h desta segunda-feira (04), o vereador João Máximo divulgou em suas redes sociais um vídeo onde fala a dificuldade de se caminhar junto ao prefeito Mário Celso Lopes. "Tá muito difícil caminhar com o prefeito, não sei se ele não tem conhecimento dos reclames da população, se é barrado por sua assessoria, mas você não é atendido em absolutamente nada, tudo o que você pede tem obstáculo", fala o vereador.
"É bastante complicado, tudo o que o prefeito manda para a Câmara, você leva pancada da população, mas você faz questão de aprovar, porque você sonha que a cidade vai melhorar, você acredita muito no Prefeito", comenta Máximo acrescentando que o vereador também necessita de algumas coisas sem burocracia. "Tudo o que tenho feito nesta gestão, 99% tem saído do meu bolso, pois você pede para a Prefeitura e nada vai, é bastante difícil, com excessão da Promoção Social que tem atendido com alguma coisinha", informa.
O vereador fala que assim como o Prefeito Mário Celso foi eleito pelo voto popular, ele também foi. "Se ele representa a cidade de Andradina, eu também represento e não vou ficar de braços cruzados esperando cair do céu. A população tá vendo o tanto que tenho corrido atrás de emendas e tenho conseguido, mas estou muito triste com o chefe do Executivo", revela ele que votou a favor dos projetos enviados à Câmara na sessão extraordinária que participou antes de gravar este desabafo.
"Mário você prometeu que iria reunir com os vereadores de meses em meses, mas até agora nada, não quero mal dele, mas to magoado com ele, não atende a gente em nada, ele não se move nenhum pouquinho para atender a população. Claro que tem alguns vereadores sendo atendidos, eu e outros não, pedi três quebras molas, já que ele vai colocar 200 na cidade, mas nada, você pede implora e não é atendido. Então, vou começar a caminhar com as minhas prórpias pernas, vou começar a ter mais voz ativa na Câmara, não vou mais falar amém a tudo o que ele manda na Câmara. Sempre achei que o Executivo e o Legislativo devem andar de mãos dadas, mas isso não acontece aqui", finaliza João Máximo.
