PET

Na hora de torcer, nenhum pet precisa sofrer

Pesquisa inédita indica que quase 85% dos pets sofrem com o barulho intenso proveniente de rojões

Da redação - Hojemais Araçatuba
27/11/22 às 11h45

O mundial de futebol teve seu início no último domingo (20) e o próximo jogo da seleção brasileira será nesta segunda-feira (28).

Seguindo um padrão histórico de comemorações em gols do Brasil, os torcedores acabam soltando fogos de artifício. Nesse contexto, os tutores de pets vivenciam as consequências graves de um sério problema que aflige a maior parte da população animal: o pânico causado pelo estampido dos rojões. 

A problemática é tão real que, nas redes sociais, o medo dos animais durante a queima de rojões aparece entre os termos mais mencionados em épocas de final de ano e, também, durante as partidas da modalidade esportiva - principalmente em finais de campeonato e no período da competição internacional, que acontece a cada quatro anos.

(Foto: Divulgação)

Importante destacar que não apenas os pets sofrem com a questão, como, também, as crianças, os bebês e pessoas dentro do espectro autista - entre outros.

Uma pesquisa inédita, realizada pela Petlove entre os meses de setembro e outubro, indica que quase 85% dos pets sofrem com o barulho intenso proveniente de rojões e, também, que esse medo desenfreado pode ter como resultado acidentes fatais.

Dados alarmantes

A pesquisa evidencia a quantidade de pets e tutores que sofrem em consequência do estampido dos fogos de artifício. Com mais de mil respondentes, o estudo demonstrou uma verdade já esperada: quase 85% dos cães e gatos têm medo de rojão. Mais do que isso: cerca de 72% dos animais tentam, desesperadamente, se esconder em lugares seguros do barulho excessivo.

Os dados são alarmantes e as principais reações apresentadas pelos pets estão relacionadas a tremores em decorrência do pânico (52,3% dos tutores alegam esse tipo de demonstração de medo paralisante). Tentativas de fuga e busca por colo dos humanos também são destaque na pesquisa e aparecem, respectivamente, em 37,2% e 36,1% dos casos.

Ainda, todas as respostas e dados coletados têm um denominador comum: a possibilidade de acidentes fatais como consequência, seja pelas tentativas de se esconder ou evitar ouvir os fogos ou pela intensa carga de estresse que pode sobrecarregar todo o organismo.

Campanha

Como desdobramento desses dados, a Petlove, empresa de e-commerce do segmento, se uniu a alguns nomes, como Ampara Animal, Instituto Luisa Mell e delegado Bruno Lima, para o lançamento do movimento #Chegadefogos, que tem como objetivo conscientizar, promover informações, dar dicas de proteção e acolhimento aos pets, esclarecer dúvidas e mitigar os riscos desse problema.

Para além de promover melhores práticas - para os tutores e para profissionais da área -, por meio da parceria com entidades relevantes do setor, a Petlove também vai trabalhar em prol de políticas públicas mais efetivas em relação ao assunto, informou a assessoria de imprensa.

Por isso, a marca vai apoiar e divulgar, junto aos institutos de proteção animal citados mais acima, um abaixo assinado que cobra fiscalização e medidas mais rígidas na indústria que produz fogos de artifício. O objetivo é que, após o ciclo de assinaturas, o documento seja compartilhado com os órgãos competentes para as tratativas necessárias do ponto de vista legal.

Para fomentar uma mudança coletiva usando a realidade como agente de transformação, a Petlove lança o movimento social #Chegadefogos, que será amplamente comunicado a partir do título “Na hora de torcer, nenhum pet precisa sofrer”. O objetivo é disseminar, em todo o País, uma mensagem essencial sobre o bem-estar e a saúde dos animais e retratar o triste cenário consequente da soltura dos rojões com estampido, endossando a necessidade de políticas mais rígidas em relação a essa frente.

Para que o movimento ganhe relevância e tração, entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro, a Petlove vai estampar espaços públicos - e de destaque - das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com vídeos e manchetes que retratam o pânico de fogos de artifício que aflige os pets. A marca vai se utilizar da tecnologia para demonstrar reações reais dos animais ao barulho excessivo: todas as vezes em que se iniciarem sons exagerados de estampidos de rojões, principalmente nas partidas de futebol do time Brasil, os OOH contratados para a ativação entrarão no modo pânico e mostrarão as fortes imagens que evidenciam o desespero dos pets.

 

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