Um homem de 37 anos foi preso em flagrante por embriaguez ao volante na noite de domingo (6), ao ser abordado no bairro Água Branca após denúncia de que estaria com uma arma no carro. Ele resistiu à prisão e chegou a ferir um dos policiais, segundo o boletim de ocorrência.
Os policiais militares que apresentaram a ocorrência relataram que por volta das 21h viram o VW Voyage conduzido pelo investigado passando pelo cruzamento da rua Salvador Barreto de Menezes com a Valdir Cunha.
Como havia a denúncia de que o condutor do veículo poderia estar armado, foi feita a abordagem. Os policiais notaram que o acusado apresentava sinais de embriaguez, mas em revista pessoal e durante vistoria no carro, nada de irregular foi encontrado.
O investigado apresentou a carteira digital pelo celular, recusou o teste do bafômetro e foi informado que o carro teria que ser apreendido se não indicasse uma pessoa em condições de dirigi-lo.
Carteira
Nesse momento ele passou a alegar que a carteira dele havia desaparecido e acusou um dos policiais de tê-la pego no carro dele durante as buscas. A viatura foi vistoriada por um superior, nada foi encontrado.
Segundo a polícia, em seguida a companheira do acusado contou que ela havia pego a carteira de dentro do carro dele antes de ele sair de casa.
Preso
Ainda de acordo com os policiais, ao ser comunicado que seria levado ao plantão policial, o acusado ficou ainda mais irritado. Ao ser algemado ele resistiu e um dos policiais acabou sofrende lesão em um dos braços.
Já no plantão policial o investigado recusou retirar sangue para exame de dosagem alcoólica e por determinação do delegado plantonista, foi apresentado no IML (Instituto Médico Legal) para exame clínico.
Segundo a polícia, o médico atestou que ele estava embriagado, por isso foi confirmada a prisão em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante. Como o policial ferido também decidiu representar contra o acusado pela lesão, ele deve responder por esse crime.
A penas somadas em caso de condenação ultrapassam os 4 anos, por isso o delegado deixou de arbitrar fiança. Após ser ouvido o acusado permaneceu à disposição da Justiça.
