O homem de 42 anos que conduzia o carro que bateu na traseira de um caminhão na tarde de segunda-feira (17) na rodovia Marechal Rondon (SP-300), em Araçatuba, disse à polícia que não percebeu que se aproximava do caminhão
A tia dele, Aparecida Ferreira Bueno, 78 anos, que era de Birigui, morreu com a colisão. O condutor foi ouvido pela polícia já na Santa Casa, enquanto recebia atendimento médico. Ele contou que conduzia um veículo GM Corsa com placas de Osasco (SP), sentido a São Paulo.
Disse ainda que notou a presença do caminhão à frente do carro, mas não teve noção da aproximação do veículo, que estaria trafegando em baixa velocidade, e acabou não conseguindo desviar, vindo a bater na traseira do caminhão.
Impacto
O caminhão Volkswagen com placas de São Leopoldo era conduzido por um motorista de 34 anos. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a colisão aconteceu no quilômetro 545,2 da estrada, próximo à divisa com Guararapes.
O motorista do caminhão relatou à polícia que trafegava regularmente pela faixa da direita e escutou um barulho na parte traseira do veículo. Ele disse que estacionou o veículo em seguida e viu que o Corsa havia batido, danificando para-choque traseiro do caminhão.
O motorista declarou que ele mesmo acionou a unidade de resgate e aguardou no local pelo atendimento às vítimas. Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que deu negativo para ingestão de álcool.
Feridos
O condutor da Corsa não apresentava sinais de embriaguez, já estava em atendimento médico e não foi submetido ao teste do bafômetro. Aparecida, tia dele, chegou a ser levada para atendimento médico na Santa Casa de Araçatuba, mas não resistiu aos ferimentos.
O pai do condutor do carro, um homem de 70 anos, e outra irmã dele, de 66 anos, também ficaram feridos e receberam atendimento médico. Não há informações sobre o estado de saúde deles.
