Um homem e duas mulheres foram presos na tarde de terça-feira (25), em Penápolis (SP), ao serem flagrados com 40 carteiras de habilitação falsas e diversas mercadorias novas que teriam comprado, utilizando esses documentos.
O flagrante foi feito por policiais do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário), durante a "Operação Paz e Proteção". Eles abordaram uma GM Spin, com placas de São Paulo, que era conduzida por um homem de 37 anos, morador em São Paulo.
Ele estava acompanhado de uma mulher de 24 anos, também moradora em São Paulo e que está grávida, e de outra mulher de 25 anos, residente em Embu Guaçu.
Segundo a polícia, ao serem entrevistados eles deram informações desencontradas sobre a viagem, o que levou os policiais a realizarem a revista pessoal nos investigados e a busca no veículo.
Documentos falsos
Segundo a polícia, com os ocupantes do veículo foram encontradas 40 carteiras de habilitação falsas. Elas tinham dados aleatórios e números de registro e espelho repetidos. Dos documentos apreendidos, seis tinham a foto do condutor da Spin, 17 estavam com foto de uma das passageiras e as outras 17 com a foto da outra passageira.
Ainda de acordo com a polícia, os investigados confessaram que adquiriram as carteiras de habilitação falsas na Rua 25 de Março, em São Paulo, para fazer compras fraudulentas em lojas.
Mercadorias
No carro que estava com eles também foram encontrados diversos produtos novos, entre jogos de panelas, perfumes e roupas. Não foram apresentadas notas fiscais dessas mercadorias, as quais eles afirmaram que compraram utilizando os documentos falsos.
Os policiais conseguiram identificar uma das vítimas, que ao verificar o extrato da loja de departamentos na qual trabalha, confirmou que o grupo fez compras indevidas no local e registrou queixa na Delegacia de Jales.
Presos
Os três acusados foram encaminhados ao plantão policial, tiveram a prisão confirmada pela polícia e devem ser indiciados por uso de documento falso e organização criminosa.
O delegado que presidiu a ocorrência representou pela decretação da prisão preventiva dos acusados, que permaneceram à disposição da Justiça.
