Os sistemas de informação são úteis em diversos sentidos. Eles facilitam a dinâmica de trabalho, reúnem as informações de maneira mais rápida e eficaz e colaboram para a criação de uma metodologia organizacional.
Mas como é possível assegurar o sigilo dessas informações? Estes sistemas estão suscetíveis a fraudes e invasões? Entenda como funcionam e quais são os cuidados que as unidades de saúde devem tomar para que você não seja prejudicado.
Criptografia
As OSs (Organizações Sociais de Saúde) e hospitais privados que utilizam o sistema
Salutem
, desenvolvido pela empresa homônima, de Araçatuba (SP), operam informações de maneira segura devido à criptografia.
Pois, cada informação gera um arquivo em formato PDF com uma chave única primária. O software possui uma chave que "desbloqueia" este arquivo no servidor, o que cria o elo de ligação entre os dois ambientes digitais. Caso contrário, não há como acessar os dados.
De acordo com CEO da empresa, Fernando Stella, este método consiste na construção e análise de protocolos que impedem pessoas de fora ou público em geral, de ter acesso a documentos e informações sigilosas.
Ele afirma que, para que a proteção seja eficaz, a rede interna das unidades também precisa ser segura, para que não haja acesso aos arquivos do sistema em caso de invasão ao servidor.
Hierarquia
Stella explica que, dentro do sistema
Salutem
, são criados perfis e cada um recebe uma tipificação, de acordo com a hierarquia e o tipo de informação que pode ser acessada.
Segundo ele, essa medida é tomada para proteger os dados, os pacientes e a organização por si só.
“Um médico tem acesso aos prontuários, mas não à parte contábil. E a equipe contábil, por sua vez, também não tem acesso às informações de atendimento aos pacientes”, exemplifica o CEO.
Fernando alega que quadros urgentes são tratados com ainda mais restrição, visto que cada especialista acessa os pacientes tratados por cada um, de sua própria área.
“Quando um paciente da psiquiatria será transferido para outro especialista, um novo atendimento é iniciado. Dessa forma, as informações sobre o anterior tratamento continuam restritas ao médico responsável pelo quadro, pois estamos falando de um paciente psíquico que requer sigilo” reitera o empresário.
LGPD
O cuidado com os dados no sistema
Salutem
segue as diretrizes da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil). A legislação foi sancionada em agosto de 2018, com o intuito de estabelecer regras para a proteção das informações.
Na norma, “dados pessoais” são considerados todas as informações relacionadas a uma pessoa física, sendo o “tratamento de dados” qualquer ação que envolve este material. Os processos de coleta e processamento devem estar alinhados à base legal.
Sobre a Salutem
Sediada em Araçatuba (SP), a Salutem atua no mercado de gestão e desenvolvimento de sistemas na saúde em todo Brasil.
Criada e gerenciada pelo CEO Fernando Henrique Stella, a empresa conta com profissionais de grande expertise, alguns deles com até 15 anos de atuação na área.
O foco da Salutem é fornecer retaguarda de suporte para seus clientes e prospects com a finalidade de oferecer sempre o melhor atendimento ao cliente, o que se dá devido à dedicação e convicção da empresa de que a saúde não espera.
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