Animais
Durante a imersão, os acadêmicos tiveram contato direto com diferentes classes de animais, incluindo aves, répteis e mamíferos. Entre as espécies trabalhadas estavam jabutis, serpentes, agapornes, ring neck, galinhas, porquinhos-da-índia, ratos, camundongos e hamsters. Parte dos animais foi levada pelos próprios alunos, enquanto outros foram disponibilizados com o apoio do médico veterinário, Matheus Guedes, ex-aluno da instituição.
Sob supervisão direta, os alunos realizaram individualmente técnicas de contenção física e treinaram o exame clínico completo dessas espécies.
“Entre as práticas desenvolvidas, destacam-se a ausculta cardíaca com estetoscópio e Doppler — especialmente relevante em répteis —, inspeção geral, avaliação da cavidade oral com uso de abre-boca e orientações sobre a abordagem segura e adequada de cada grupo animal”
, enumera a docente.
Segundo Débora, a contenção física, que consiste no manejo seguro do animal para viabilizar exames e procedimentos, foi um dos principais focos da atividade.
“Cada espécie apresenta particularidades comportamentais e fisiológicas que exigem técnicas específicas. Durante a oficina, os alunos puderam compreender que a abordagem inicial é determinante para um atendimento eficaz, respeitando os limites do animal e reduzindo fatores de estresse, que podem comprometer tanto a saúde quanto a qualidade do exame”
, explica.