Extremamente em alta, a proteção de dados pessoais se tornou um assunto que tem sido discutido com muita frequência nos últimos anos, principalmente após a aprovação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrou em vigor em 2020 no Brasil.
Com a Lei, veio junto uma série de adaptações que precisaram ser feitas, principalmente na área da saúde, onde teve que se adotar mais segurança e transparência com os dados dos pacientes.
O que muda com a LGPD?
Diversos cuidados precisam ser tomados com essa lei em vigor, principalmente com os prontuários dos pacientes, troca de informações sobre exames, além de pesquisas para as clínicas.
Nada mais pode ser feito sem que o paciente tenha dado consentimento, passa a ser obrigatório, portanto que o paciente receba uma notificação para que o mesmo decida consentir ou não.
Diante disso, uma das partes fundamentais é conseguir a autorização prévia do seu paciente antes que qualquer coisa seja feita.
A autorização pode ser feita por meio de um documento que apresente esclarecimentos sobre tudo que será realizado, é importante que o documento seja bem específico, já que conforme a LGPD, autorizações sem as informações detalhadas e completas serão consideradas nulas.
Caso o paciente não ache mais pertinente e não queira mais que a autorização seja vigente, ele tem total direito de cancelar o consentimento dado por meio do documento a qualquer momento.
Contando com os serviços de soluções e tecnologia oferecidos pela Salutem , além do empenho dos colaboradores de cada empresa, é fácil e simples criar uma gestão de saúde eficiente e pautada no respeito aos pacientes.
Segurança
Para proteger os consultórios, hospitais, ambulatórios e principalmente os pacientes, todos os dados gerados dentro da tecnologia Salutem são criptografados e protegidos. Sempre com transparência, a empresa está em conformidade com a lei LGPD de proteção de dados.
