Esporte

Grandes grupos de investimentos passam a comandar o futebol mundial

Com a globalização e modernização do futebol, os clubes passaram a necessitar mais e mais de investimentos para poder manter suas estruturas, salários de jogadores e funcionários, bem como entrar com força no mercado de transações, visando fortalecer o elenco e trazer ainda mais receitas para seus cofres.

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26/01/21 às 12h52

Com a globalização e modernização do futebol, os clubes passaram a necessitar mais e mais de investimentos para poder manter suas estruturas, salários de jogadores e funcionários, bem como entrar com força no mercado de transações, visando fortalecer o elenco e trazer ainda mais receitas para seus cofres.

Esses grupos cresceram tanto, que não mais buscam o simples patrocínio da equipes, como as empresas de apostas, caso da rivalo . Atualmente, são responsáveis pela compra de várias equipes pelo mundo, interligando-as como se fossem uma só. Como exemplos evidentes dessa prática temos o gigante Manchester city, da Inglaterra, e os Times da empresa Red Bull.

(ibfsistemas)

O primeiro atualmente possui, digamos que, oito “filiais”. Clubes que ao longo dos tempos foram sendo adquiridos pela City Football Group, ou simplesmente, CFG, empresa árabe dona do Manchester City e uma das maiores franquias do futebol mundial ao longo dos anos vem comprando total clubes das mais diversas divisões do futebol mundial, desde o gigante inglês até clubes menos expressivos, como é o caso do Lommel SK, fundado em 2003 e que hoje disputa a segunda divisão do campeonato belga.

O segundo, mais especificamente a empresa mundialmente conhecida por seu energético e suas competições de esportes radicais, passou a investir no futebol em 2005, quando comprou o Salzburg, da Áustria, clube mais vitorioso da franquia e que após sua compra conquistou 10 títulos, de 13 possíveis.

A Red Bull sabe onde investir e qual o nicho do mercado quer explorar. Enquanto o Salzburg se torna um “papa títulos”, o New York Red Bulls é voltado para elevar a marca ao extremo, famoso por contratar grandes estrelas do futebol mundial, como Henry, Rafa Márquez e Tim Cahill e já beliscou o título da MLS, principal liga dos Estados Unidos, quando conseguiu o vice campeonato em 2008.

 A cartada mais recente da Red Bull, que já possuía uma equipe no Brasil (Red Bull Brasil, SP), foi a aquisição do Clube Bragantino, São Paulo. Num acordo que girou em torno de R$ 45 milhões a empresa fechou uma parceria com o clube paulista no ano passado, um clube que disputava a série B do campeonato nacional. Usando os moldes do que fez nos outros países, rapidamente logrou êxito e o clube conseguiu acesso para a elite do futebol brasileiro, hoje disputa a primeira divisão em 2020 e briga por vaga na Libertadores 2021.

Esses são apenas exemplos de Grupos de Investidores que compram clubes, muitos outros existem, bem como outros existirão, já que hoje é um mercado que se expande cada vez mais e traz um retorno financeiro para as empresas elevadíssimo, mesmo dividindo opiniões dos torcedores mais saudosistas, que têm seus times como patrimônio e não aceitam a ideia de estes sejam comprados.

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