Em decorrencia da operação Hígia, sobre inquérito na Santa Casa de Fernandópolis, membros dos atuais Conselhos Administrativo e Fiscal, e atual diretoria estão sendo dispensados. Elesreceberam notificações judiciais destituindo sas atribuições de cada cargo que cupavam na instituição.
Alguns nomes tiveram decisões mais duras, como a proibição de frequentar o prédio da entidade, salvo por necessidade de extrema urgência para uso do Pronto Socorro ou internação, e até mesmo de manter contato com os investigados. Outros estão proibidos de sair do município sem autorização judicial.
Somente o provedor interino, Marcus Chaer, foi mantido como interventor judicial, tendo que prestar constas de tudo que feito e realizado na Santa Casa de Fernandópolis. Não há prazo determinado para o fim da intervenção.
A princípio, o plano é enxugar os gastos do hospital sem interferir no atendimento à população, mantendo normalmente contratos com convênios e prestadores de serviços. (com Região Noroeste)