No final dos 80, na administração de Mauro Brito, o vereador Ernesto Antônio da Silva queria cassar Mauro Brito por um suposto sumiço de lascas de aroeira. Ernesto bradava aos quatro ventos a pergunta: “a madeira foi usada nas propriedades do prefeito ou de um dos seus amigos?”
Hoje queremos devolver a mesma pergunta, só que agora para o filho de Ernesto, Ernestinho. Onde foram parar as árvores arrancadas no Horto Municipal? Foram vendidas? Doadas? ...
Queremos perguntar a Prefeitura, sobre: o paradeiro das toras, até agora indefinido, sobre um suposto aprisionamento de uma cidadã atuante, sobre uma suposta falta de aparelhamento preventivo acerca dos cortes e destinação das árvores e, finalmente, sobre o porquê: ENCONTRAMOS TANTO FOGO NO LIXÃO NUMA ÉPOCA ONDE AS QUEIMADAS ESTÃO ACABANDO COM O PARTE DO BRASIL.
