Os vereadores da nova legislatura foram contra mais um projeto da administração anterior. Na verdade a maioria dos veredores politizou uma importante decisão, para possibilitar à prefeitura, a destinação de 15 mil metros quadrados na Vila Messias, para empreendimentos na geração de empregos e desenvolvimento de Andradina.
A área foi registrada no loteamento, como destinada a uma praça e uma escola. Mas Zamboni disse que sobram salas de aula em Andradina e que há mais de décadas, a área está abandonada e cheia de mato.
Apenas o vereador Rodarte dos Anjos apoiou Zamboni nesse projeto que tecnicamente se chama “desafetação de área pública”, ou seja permitir que sua destinação seja alterada para atender objetivos mais urgentes mais urgentes e necessárias, considerando a tendência de desenvolvimento urbano populacional e industrial.
“Aquela área precisa ser útil à nossa cidade. Mas não é, e a nossa tentativa de dar uma destinação mais realista, foi rejeitada”, disse o vereador Hugo. Ele também criticou os pares que lhe acusaram de ressuscitar projetos da administração passada. Mas Hugo disse que “não se pode ter esse tipo de politização, porque a sugestão é boa para o desenvolvimento, uma vez que disponibiliza numa área de tendência industrial e de serviços, para o crescimento de Andradina”.
O vereador também disse antes de votar, consultou assessores como Ernestinho e Norival Nunes. Falou também com o prefeito Mário Celso, que, segundo ele, ficou entusiasmado e foi favorável à iniciativa, pois existem várias empresas interessadas.
“Na prática a Câmara optou por deixar a área reservada, com matagal, para que um dia se tenha carência necessária de escolas para destinar o terreno ao que se definiu no projeto de loteamento particular. Não se trata de trocar uma área da Educação por uma Empresarial, mas de dar oportunidade para que o terreno deixe de ser mais uma área de abandono na cidade ”, declarou Hugo Zamboni. (Com Toninho do Carmo).
