O vereador Hugo Zamboni tem acompanhado ao longo de alguns meses o sofrimento dos moradores do Gasparelli, mais especificamente da rua 27 que tem uma obra 'sem fim'. Isso mesmo, o canteiro de obras foi instalado na localidade em outubro de 2021 e todo mundo ficou eufórico, já que finalmente a rua seria “arrumada” com galerias pluviais para ser asfaltada. Mas, ledo engano. A obra já se arrasta por intermináveis oito meses e nisso, quem sofre é a população.
“Queremos saber do Executivo sobre a reposição das calçadas e apurar se os constantes atrasos da empresa pode ter gerado prejuízo ao erário público, uma obra de rua não pode demorar tanto assim”, afirmou o vereador.
Além de toda dificuldade com o “canteiro de obras” em suas portas, os moradores ainda estão convivendo com a erosão que coloca em risco casas próximas a obra. Inclusive, em janeiro os moradores chegaram a revelar ao vereador Zamboni que a erosão poderia ter sido evitada se a execução da obra fosse melhor planejada, fazendo uso de defensas que protegessem do curso natural das águas de chuva. “Retornando e conversando com o morador senhor Luís Carlos de Souza que tem as ações das águas na porta de sua casa que teve que adaptar uma passagem pra conseguir sair com o seu veículo para realizar suas sessões de fisioterapia”, revelou Hugo.
A cada vez que chove a situação da rua fica mais crítica. Já se passaram oito meses desde o início da obra e a sinalização ainda é precária e as tampas das caixas de drenagem não foram colocadas. A cada vez que chove a terra depositada na rua e no calçamento é espalhada pelo bairro levando lama e criando atoleiros.
Em conversa do vereador com o secretário de obras Geraldo Pila, este afirmou que está ciente e priorizando a obra, e que sobre as calçadas a posição do Governo é de reparar todas as que foram danificadas com a construção das novas guias de sarjeta.
A pergunta que fica é: se uma obra que está na prioridade do Executivo demora mais de oito meses, o que serão das que não são prioritárias?
