Quando começaram a estar presente na vida das pessoas, as mídias sociais pareciam ser apenas uma válvula de entretenimento na vida das pessoas, mas em poucas décadas elas são verdadeiro “oxigênio” da vida virtual.
Ao contrário que se pensava, as redes sociais, como ferramenta de comunicação, não vieram para destruir a mídia convencional e podem ser a ferramenta ideal para quem já tem a credibilidade em décadas de jornalismo.
Especialistas em mídias sociais dizem que as mídias sociais não virão para “destruir” as outras mídias, mas sim transformá-las e interagir com formatos mais atrativos como o vídeo, pois esse geralmente atrai os olhares e curiosidade, mas o importante é diversificar.
É nesta vertente de oportunidade que o diretor do SRC (Sistema Regional de Comunicação), Nivaldo Franco Bueno garantiu que suas atividades de rádio, jornal e televisão continuassem atuais e competitivas.
Com excelência na produção de conteúdo em áudio e televisivo, o SRC conseguiu aderir as plataformas visuais, levando informação e entretenimento através das redes sociais, inclusive com transmissão ao vivo dos programas de rádio, e coberturas jornalísticas abrangentes tanto para a TV como específicas para as redes sociais. O diferencial continua em ter conteúdo próprio, com qualidade e novo. “Se você não ousa, fica parado. O rádio já movimenta o imaginário das pessoas a TV dá a credibilidade, levamos isso para as redes sociais e fizemos de Andradina um reality show em tempo real. Ousamos e ganhamos mais audiência”, disse Nivaldo.
Mas não é de hoje que as novidades fazem parte do dia a dia do diretor presidente do SRC. O sistema começou apenas com uma rádio e hoje já está presente com um canal de TV (SRC TV), jornal (O LIBERAL), site (LR1) e já editaram revistas. Todo o processo foi natural e utilizando a credibilidade de informação no meio jornalístico e o talento natural para o entretenimento que o rádio tem.
“As novas tecnologias estão modificando a forma de consumir informação. Ao mesmo tempo que as mídias sociais transformam o acesso a informação números que comprovam a força do rádio de se manter atual e competitivo. Então podemos embarcar neste novo momento da comunicação pois temos uma raiz forte e melhoramos a cada dia”, disse.
A mente por trás do SRC
Natural de Bauru (SP) de onde veio para se tornar o maior empreendedor das comunicações da Noroeste, o radialista Nivaldo Bueno Franco da Rocha fundou um império das comunicações.
No início da carreira projetou-se profissionalmente em Bauru e São Paulo atuando em grandes emissoras como locutor, incluindo na TV. No início da década de 70 recebeu e aceitou o convite para trabalhar na Rádio Urubupungá de Andradina e logo assumiu a direção da rádio. Em 1978 foi a vez da Rádio Andradina e anos depois dotou a região da primeira emissora FM, a Rádio Cidade FM. Sua escalada não parou, adquirindo rádios em Pereira Barreto, Três Lagoas, Lins e Araçatuba.
Se tornou diretor presidente do Sistema Regional de Comunicação (SRC) que hoje possui 10 rádios, um jornal diário (O Liberal), um site (LR1), uma revista e um canal de TV (SRCTV). Passada mais de três décadas, atualmente Nivaldo está presente através de suas emissoras falando diariamente a um público de mais de 2 milhões de ouvintes.
Se a Capital perdeu um excelente profissional Andradina ganhou um dinâmico empresário, disposto a participar de todos os movimentos da cidade e da região. Devido ao seu dinamismo, Nivaldo foi atraído para as instituições representativas e de assistência social do município e acabou envolvido com a vida social em todas as cidades na qual estão presentes as suas empresas. Mesmo assim este bauruense deixa seu coração guardado em Andradina.
Com muita paixão e uma dose de loucura o SRC abriu um canal de TV em uma cidade do interior de São Paulo com menos de 60 mil habitantes em 2013. A ideia se baseava na transmissão de reportagens e programas inteiramente os locais. Ela foi inaugurada oficialmente no dia 12 de julho de 2013, a SRCTV agora já é 100% digital e também está presente nas principais redes sociais em atividade no país.