Os vereadores Daniel Batista de Oliveira (PSL) e o presidente da Câmara municipal de Castilho Wagner de Souza Oliveira o “Waguinho” (PV) encaminharam ao executivo Joni Buzachero solicitação da implantação da Atividade Delegada. O Projeto de lei trata sobre criar a Atividade Delegada, para que policiais militares possam atuar em dias de folga e receber uma remuneração por isso, foi aprovado nesta manhã desta quarta-feira (12) pelos vereadores. A Lei nº 2.293, 28 de maio de 2013 que autoriza o Poder Executivo a celebrar convênio com o Estado de São Paulo para que as policiais militar e civil atuem em conjunto visa o combate as atividades irregulares ou ilegais, estabelecendo valor da gratificação a quem designado. “A devolução do repasse no ano de 2014 efetuado pela Casa de Leis á prefeitura chegou a quase meio milhão, valor este que poderá ser utilizado para o custeio da atividade”, explica Waguinho. “Segurança é um direito imprescindível e primordial a qualquer cidadão do mundo, mesmo sendo uma obrigação constitucional encarregada aos governos estaduais, prefeituras devem estar atentas para o bem-estar de seus moradores, atuando em parceria com administração sendo de suma importância”, concluiu Daniel.
Agradecido
O vereador Devair José da Silva (PTB) outro que lutou para que fosse concretizado a conquista de mais segurança na cidade, “não só para a população, mas como também para as Polícias Civil e Militar, bem como, para as lideranças políticas a nível Estadual e Municipal, destacando com isso o interesse e comprometimento da classe com a segurança pública local, algo que requer um cuidado todo especial”, explanou Devair.
Comércio
O presidente de ACIC – Associação Comercial e Industrial de Castilho, Felipe Alves, disse que “isso quer dizer que ao efetivar a Lei teremos mais Policiais Militares e Civis à disposição da população e do nosso comércio, onde os mesmos serão empregados com mais intensidade no combate aos atos ilegais, sendo empenhados durante os seus turnos de folga, proporcionando conseqüentemente ainda mais a sensação de segurança em toda a população Castilhense”.