Mesmo alegando que a suspensão da última sessão ordinária “garante seriedade” no trabalho da Câmara Municipal de Andradina, o presidente Joaquim Justino da Silva (PSDB) se apressou em marcar uma extraordinária para esta sexta (29). A pressa é para não atarapalhar certos projetos que dependem de prazo, incluindo um de seu interesse: uma emenda que ele mesmo conseguiu com o deputado estadual Mauro Bragato (PSDB), no valor de R$ 50 mil para a reforma do campo da Vila Mineira.
No mais Joaquim afirma em nota à imprensa que cancelou a sessão ordinária para garantir a segurança daqueles que ali estavam, proteger os “pilares da democracia” e para “evitar problemas maiores para os moradores e a bancada de vereadores que estava sendo ofendida” durante a sessão.
A ofensa pode ser realacionada com o “dedo em riste” contra o presidente da Casa levantado pelo líder comunitário Damião Pedrod e Queiroz. Para ternminar Joaquinzão dispara estar bastante chateado com o prefeito Jamil Ono, supondo que ele teria enviado assessores e secretários a sessão, que é aberta a visitação pública, o que torna a indignação dificil de compreender.
A sessão que votaria a abertura de uma CP (Comissão Processante) sugerida no relatório da CEI (Comissão Especial de Inquérito) apontou a necessidade de uma investigação mais profunda no contrato de concessão de água levou uma multidão à Câmara. A possibilidade de afastamento do prefeito Jamil Ono levou grupos a se organizarem em defesa e as manifestações populares quando o presidente ameaçou chamar a polícia para tirar o povo do pelnário foi o estopim para protestos e vaias que culminaram no encerramento da sessão.