O Ministério Público ingressou com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Lavínia entre os anos 2009 e 2012, Rodolfo Mansan (PSDB), e o atual chefe do Executivo do município, Mário Hiroshi Yamashita (PSDB), por manterem funcionários em cargos comissionados considerados ilegais pela Promotoria de Justiça.
O órgão quer que os tucanos sejam condenados a ressarcir os cofres públicos com os valores pagos aos ocupantes das funções tidas como irregulares. Além dessa penalização, o MP pede que os réus recebam as sanções previstas para casos de improbidade, como o pagamento de multa, suspensão de direitos políticos, perda da função pública e a proibição de contratar com o poder público.
A ação solicita ainda que a Prefeitura de Lavínia seja notificada a exonerar as pessoas que estão nos postos comissionados questionados (veja no quadro quais são eles) e realize imediatamente concurso público para o preenchimento desses cargos.
NÃO ENCONTRADOS
A reportagem ligou na residência de Mansan durante a tarde desta segunda-feira, mas não o localizou. A informação dada por quem atendeu ao telefone é de que ele havia acabado de sair. Os contatos da reportagem foram deixados com essa pessoa, porém, até o fechamento desta edição o ex-prefeito não havia retornado o telefonema.
A Folha da Região também telefonou na casa de Yamashita. No entanto, ninguém atendeu às chamadas na tarde de segunda-feira (16). (Valdivo Pereira/Folha da Região - 23/04/2014)
O Ministério Público ingressou com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Lavínia entre os anos 2009 e 2012, Rodolfo Mansan (PSDB), e o atual chefe do Executivo do município, Mário Hiroshi Yamashita (PSDB), por manterem funcionários em cargos comissionados considerados ilegais pela Promotoria de Justiça. O órgão quer que os tucanos sejam condenados a ressarcir os cofres públicos com os valores pagos aos ocupantes das funções tidas como irregulares. Além dessa penalização, o MP pede que os réus recebam as sanções previstas para casos de improbidade, como o pagamento de multa, suspensão de direitos políticos, perda da função pública e a proibição de contratar com o poder público. A ação solicita ainda que a Prefeitura de Lavínia seja notificada a exonerar as pessoas que estão nos postos comissionados questionados (veja no quadro quais são eles) e realize imediatamente concurso público para o preenchimento desses cargos. NÃO ENCONTRADOSA reportagem ligou na residência de Mansan durante a tarde desta segunda-feira, mas não o localizou. A informação dada por quem atendeu ao telefone é de que ele havia acabado de sair. Os contatos da reportagem foram deixados com essa pessoa, porém, até o fechamento desta edição o ex-prefeito não havia retornado o telefonema. A Folha da Região também telefonou na casa de Yamashita. No entanto, ninguém atendeu às chamadas na tarde de segunda-feira (16).