Política

Lavína: ex-prefeito e atual são alvo de ação por improbidade

O Ministério Público ingressou com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Lavínia entre os anos 2009 e 2012, Rodolfo Mansan (PSDB), e o atual 

Folha da Região - RONALDO RUIZ GALDINO
18/02/15 às 13h36
O Ministério Público ingressou com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Lavínia entre os anos 2009 e 2012, Rodolfo Mansan (PSDB), e o atual chefe do Executivo do município, Mário Hiroshi Yamashita (PSDB), por manterem funcionários em cargos comissionados considerados ilegais pela Promotoria de Justiça. O órgão quer que os tucanos sejam condenados a ressarcir os cofres públicos com os valores pagos aos ocupantes das funções tidas como irregulares. Além dessa penalização, o MP pede que os réus recebam as sanções previstas para casos de improbidade, como o pagamento de multa, suspensão de direitos políticos, perda da função pública e a proibição de contratar com o poder público. A ação solicita ainda que a Prefeitura de Lavínia seja notificada a exonerar as pessoas que estão nos postos comissionados questionados (veja no quadro quais são eles) e realize imediatamente concurso público para o preenchimento desses cargos. NÃO ENCONTRADOS A reportagem ligou na residência de Mansan durante a tarde desta segunda-feira, mas não o localizou. A informação dada por quem atendeu ao telefone é de que ele havia acabado de sair. Os contatos da reportagem foram deixados com essa pessoa, porém, até o fechamento desta edição o ex-prefeito não havia retornado o telefonema. A Folha da Região também telefonou na casa de Yamashita. No entanto, ninguém atendeu às chamadas na tarde de segunda-feira (16). (Valdivo Pereira/Folha da Região - 23/04/2014)

O Ministério Público ingressou com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Lavínia entre os anos 2009 e 2012, Rodolfo Mansan (PSDB), e o atual chefe do Executivo do município, Mário Hiroshi Yamashita (PSDB), por manterem funcionários em cargos comissionados considerados ilegais pela Promotoria de Justiça.  O órgão quer que os tucanos sejam condenados a ressarcir os cofres públicos com os valores pagos aos ocupantes das funções tidas como irregulares. Além dessa penalização, o MP pede que os réus recebam as sanções previstas para casos de improbidade, como o pagamento de multa, suspensão de direitos políticos, perda da função pública e a proibição de contratar com o poder público. A ação solicita ainda que a Prefeitura de Lavínia seja notificada a exonerar as pessoas que estão nos postos comissionados questionados (veja no quadro quais são eles) e realize imediatamente concurso público para o preenchimento desses cargos. NÃO ENCONTRADOSA reportagem ligou na residência de Mansan durante a tarde desta segunda-feira, mas não o localizou. A informação dada por quem atendeu ao telefone é de que ele havia acabado de sair. Os contatos da reportagem foram deixados com essa pessoa, porém, até o fechamento desta edição o ex-prefeito não havia retornado o telefonema. A Folha da Região  também telefonou na casa de Yamashita. No entanto, ninguém atendeu às chamadas na tarde de segunda-feira (16).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM POLÍTICA
Franquia:
Andradina SP
Franqueado:
FLAVIA REGINA DE AVELAR GOMES 25180990858
14.225.543/0001-11
Editor responsável:
Flavia Gomes Mtb 8.016/MG
Email: ointeriorfala@gmail.com
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.