Cotidiano

Cemitérios voltam a receber missas presenciais após dois anos

Confira a programação para a celebração da Solenidade dos Fiéis Defuntos neste Dia de Finados na região

Da redação* - Hojemais Araçatuba
01/11/22 às 09h55
(Foto: Divulgação)

Após dois anos, a programação para a celebração da Solenidade dos Fiéis Defuntos (Dia de Finados), em 2 de novembro, está dividida entre os cemitérios e as comunidades paroquiais da Diocese de Araçatuba (SP).  Suspensas por conta da pandemia da covid-19 em seu estágio avançado, os cemitérios voltarão a ter celebrações presenciais em cidades como Araçatuba, Andradina e Birigui.

Em Araçatuba, os três cemitérios terão missas pela manhã. No Cemitério Recanto de Paz, a santa missa será às 7h30. No Cemitério da Saudade, o mais tradicional da cidade, a celebração será às 8h. Já no Cemitério Jardim da Luz, a missa será às 8h30. 

Em Birigui, as missas serão concentradas nos cemitérios da cidade: Consolação, às 7h; Saudades às 8h e Memorial Fênix, às 9h.

Já em Andradina, o Campo Santo São Sebastião terá a Santa Missa às 7h. As celebrações também vão ocorrer nos cemitérios de Brejo Alegre, Coroados, Mirandópolis e Castilho.

O bispo diocesano Dom Sergio Krzywy presidirá a Santa Missa da Solenidade dos Fiéis Defuntos às 17h, na Catedral Diocesana Nossa Senhora Aparecida.

Penápolis

Em Penápolis, município que faz parte da Diocese de Lins, também estão programadas missas nos dois cemitérios. Na Necrópole Santa Cruz (cemitério antigo) serão realizadas em três horários: 7h30, 9h e 17h. Já no Cemitério Jardim da Paz (Jardim Pevi) será apenas uma celebração, às 9h.

Tradição

A Solenidade dos Fiéis Defuntos é uma tradição da Igreja desde os seus primórdios, porém desde o Século 11 foi instituído em 2 de novembro.

Conforme o vigário-geral diocesano, padre Charles Borg, a fé faz o homem compreender que a morte não é o fim. “A fé cristã vem em socorro da fragilidade humana. Ensinada por Jesus e inspirada no seu exemplo de vida, a inteligência humana é chamada a crer na ressurreição. Pela fé compreende-se que a morte não é o ponto final da existência humana. O ponto final e glorioso acontece após a morte: o encontro definitivo e eterno com o Deus Trino! Eu sou a ressurreição e a vida, afirmou Jesus, quem vive e crê em mim, jamais morrerá”, explica o sacerdote.

Borg ainda salienta que quem crê na ressurreição acredita também que não há a destruição total humana. “Evidente, Jesus não estava se referindo à morte biológica. Por ela, ele próprio passou. No entanto, não permaneceu morto. Ressuscitou. Esse mesmo destino é reservado a todas as pessoas indistintamente. Quem dá crédito a Jesus, convence-se que não existe morte definitiva, não existe a destruição total do ser humano. Na visão cristã, a morte não apaga completamente a vida humana”. *Com informações da assessoria de comunicação da Diocese de Araçatuba

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