A Polícia Militar em Penápolis (SP) recebeu pelo menos duas denúncias de boca de urna, crime eleitoral que consiste em aliciar o eleitor por meio da distribuição ou veiculação de propagandas políticas. Os policiais estiveram nos dois locais, mas não confirmaram as denúncias.
Segundo a Polícia Militar, o suposto crime em favor a um candidato a prefeito estaria ocorrendo no período da manhã, nas imediações da Funepe (Fundação Educacional de Penápolis) e da escola estadual Dr. Carlos Sampaio Filho.
A reportagem do
Hojemais Araçatuba
visitou os dois locais de votação entre as 12h e as 13h e, nesse horário, a movimentação era tranquila nas duas escolas.
A reportagem também passou pelas escolas estaduais Prof.ª Yone Dias de Aguiar, na Vila Fátima, e Prof.ª Luiza Maria Bernardes Nory, no Jardim Eldorado, que também estava com o movimento de eleitores bastante tranquilo.
Rápido
Não havia filas e os eleitores aparentemente não tiveram dificuldades para votar, sendo respeitadas as medidas de distanciamento e higienização necessárias em função da pandemia do coronavírus.
A informação passada ao
Hojemais Araçatuba
foi de movimento foi tranquilo entre 7h e 10h, horário destinado preferencialmente para a votação dos idosos.
O volume de eleitores cresceu entre as 10h e as 11h30, mas o movimento voltou a cair em seguida.
Investigação
Também em Penápolis, uma eleitora de 60 anos registrou um boletim de ocorrência relatando que não conseguiu votar.
Ele disse que foi à escola Casa da Amizade e ao entrar na seção, a mesária disse que havia ocorrido um erro, pois uma pessoa com nome parecido ao dela teria votado no lugar dela.
Ainda segundo a denunciante, a mesária contou que ao perceberam o erro, essa eleitora teria votado novamente. A idosa disse que insistiu com a mesária, informando que queria votar, mas não conseguiu, por isso foi à delegacia.
Consta no boletim de ocorrência que o delegado responsável pelo boletim de ocorrência fez contato com o Cartório Eleitoral, sendo informado que o juiz eleitoral estaria ciente do fato.