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Ministro do Meio Ambiente diz que concessões de parques poderão durar até 30 anos

Segundo Salles, as concessões ajudarão a aumentar as visitações aos parques nacionais

Pedro Peduzzi - Agência Brasil
30/07/20 às 18h51
Durante visita ao Parque Nacional de Brasília, o ministro disse que há propostas para que essas concessões cheguem a 30 anos (Foto: Pablo Le Roy/ Ascom/MMA)

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (30) que pretende conceder à iniciativa privada, por pelo menos 15 anos, alguns dos principais parques nacionais. Segundo ele, há propostas para que essas concessões cheguem a 30 anos, caso sejam prorrogadas.

Na avaliação do ministro, o setor privado “tem sempre mais agilidade para administrar” por estar sujeito a regras jurídicas diferentes que possibilitam mais recursos para investir.

“Além de saber responder ao que a sociedade quer, respondendo imediatamente a demandas como as de locais de alimentação, abertura de novas trilhas e contratação de guias”, acrescentou Salles, durante visita ao Parque Nacional de Brasília – ao qual foram destinados R$ 2,5 milhões para obras de reestruturação.

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Visitações

Segundo Salles, as concessões ajudarão a aumentar as visitações aos parques nacionais. “Queremos atrair o setor privado para ajudar a operar os parques através da concessão. Estamos prevendo concessões por 15 anos, mas há propostas para 20, para que possam eventualmente ser prorrogadas para 30 anos. Não só para este [Parque Nacional de Brasília] como para outros parques nacionais”, ressaltou.

De acordo com o ministro, o novo modelo de concessões aumentará, já a partir deste ano, a quantidade de investimentos e melhorará tanto a oferta de serviços como a infraestrutura.

“Começou a partir de parques do Rio Grande do Sul, com o parque nacional Aparatos da Serra, que está em posição mais avançada; o de São Francisco de Paula e o de Canela. Também incluímos o Parque Nacional de Brasília; o de São Joaquim, na Serra catarinense; Lençóis Maranhenses; Jericoacoara [CE] e a Chapada dos Guimarães [MT]. São as unidades que entendemos ter grande potencial turístico, mas que estão subutilizados”, acrescentou o ministro.

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