Polícia

Condenado por furto é preso por não prestar serviços à comunidade

Crime aconteceu em 2015 e réu foi condenado a 2 anos e 4 meses de prisão, no regime inicial semiaberto

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
22/03/19 às 19h01
Imagem: Ilustração

O calçadista Maxuel Ribeiro da Silva, 30 anos, morador no bairro Umuarama, em Araçatuba (SP), foi preso na tarde de quinta-feira (21) pela Polícia Militar.

Ele foi condenado a 2 anos e 4 meses de prisão por furto, teve a pena convertida em prestação de serviços à comunidade, porém, deixou de cumprir a pena.

O réu foi acusado de furtar objetos de uma casa na vila Santo Antônio, crime ocorrido em 21 de setembro de 2015.

Uma pessoa que trabalhava em uma obra vizinha o viu pulando o muro e arrombando a porta do imóvel. Preso, ele foi reconhecido pela testemunha, porém, negou a autoria do crime, alegando que naquele dia e hora estava na casa dele.

Durante o processo, o réu deixou de comparecer e tornou-se revel, deixando de dar a versão dele sobre a denúncia.

Condenação

A sentença em primeira instância é de abril de 2017, condenando-o a 2 anos, 7 meses e 29 dias de prisão. Por ser reincidente, foi determinado o cumprimento da pena no regime incial semiaberto.

Entretanto, Silva recorreu ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que reduziu a pena para 2 anos e 4 meses de prisão e a substituiu por prestação de serviços comunitários pelo mesmo prazo.

Em dezembro de 2018 o réu foi notificado a informar o motivo de não ter iniciado o cumprimento da pena, o que não aconteceu. O Ministério Público pediu que fosse expedido o mandado de prisão, o que foi feito apenas neste mês de março.

Silva foi preso na casa dele, levado ao plantão policial e seria encaminhado a uma penitenciária para iniciar o cumprimento da pena.

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