Polícia

Diretoria quer aumentar segurança após furto no asilo em Guararapes

Homem invadiu sede da instituição e furtou rádio no quarto de um dos internos; foi preso com camisa de outro idoso

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
22/02/20 às 14h47
Foto: Acusado de furto foi preso por equipe da Polícia Militar (Foto: Lázaro Jr./Hojemais Araçatuba-Arquivo)

A diretoria do Asilo São Vicente de Paula, de Guararapes (SP), pretende adotar medidas para reforçar ainda mais a segurança do prédio, que foi invadido por um ladrão nesta semana.

Segundo a Polícia Militar, o acusado furtou o rádio de um dos internos e foi preso vestindo uma camiseta de outro idoso.

O flagrante foi feito na quinta-feira (20), após a polícia receber denúncia de que havia um desconhecido no asilo.

Chegando na entidade, os policiais foram informados de que o acusado havia fugido levando um rádio tipo caixa de som com entrada para pendrive, que estava no quarto de um dos internos.

Em patrulhamento, equipe viu o acusado na praça Mohamed Darghan. Ele segurava um terço na mão e vestia uma camiseta cinza escrito no nome Joaquim, que descobriu-se posteriormente pertencer a outro interno do asilo.

Levado à delegacia, o acusado foi preso em flagrante e ficou à disposição da Justiça. A polícia não informou se o rádio furtado foi recuperado.

Segurança

O presidente do Asilo São Vicente de Paula de Guararapes, Rodrigo Ferreira de Souza, conhecido como Diguin, informou que para este ano tem como uma das metas aumentar o muro da entidade e, se possível, instalar cercas elétricas. “Inclusive já estamos fazendo orçamentos”, informa.

De acordo com ele, a atual diretoria assumiu em julho de 2017 e sempre prezou pelo melhor cuidado e segurança dos idosos.

Uma das medidas adotadas desde então, foi a criação da brigada de incêndio, atendendo cobrança de que era feita havia três anos pela Promotoria de Justiça.

Segundo Diguin, foi instalado um sistema de incêndio e alarme em toda casa, com investimento de quase R$ 70 mil.

O prédio também recebeu sistema de monitoramento por câmeras de segurança, com 22 câmeras, somando mais de R$ 12 mil investidos. “Inclusive foi por meio das câmeras que conseguimos reconhecer a pessoa que invadiu a instituição no último dia 20”, informa.

Custo alto

O presidente argumenta que tudo o que é feito para aumentar a segurança do prédio tem alto custo, devido ao tamanho do imóvel, que tem mais de 700 metros quadrados de área construída.

Por isso, ele agradece a população local, que ficou preocupada com o furto, e pede para que os moradores continuem ajudando financeiramente para que a instituição receba cada vez mais melhorias.

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