Uma mãe de reeducando da penitenciária “Luiz Aparecido Fernandes”, a P2 de Lavínia (SP), foi flagrada, nesta quarta-feira (27), tentando enviar entorpecente ao preso.
De acordo com informações passadas pela SAP (Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo) à imprensa, a descoberta se deu durante os procedimentos de revista em encomendas enviadas a sentenciados da unidade.
Na sola de um par de chinelos enviado pela mãe havia 32 invólucros camuflados, contendo substância análoga ao entorpecente K4 - material que tem sido cada vez mais comum nas unidades prisionais da região oeste paulista.
Sintética
Popularmente conhecida como maconha sintética, a K4 é formada por substâncias artificiais feitas em laboratório, que têm uma reação muito parecida com a da maconha (daí o comparativo), porém seu efeito no organismo é, pelo menos, 100 vezes pior.
Na forma líquida, ela é borrifada em pedaços de papel na tentativa de burlar a vigilância dos agentes penitenciários. Ela pode ser dissolvida, fumada ou até ingerida como chá quente.
Penalidade
Diante da ocorrência, o preso a quem se destinava a encomenda foi encaminhado ao Pavilhão Disciplinar para sanção e sua genitora foi suspensa do rol de visitantes.
