Dinheiro
A investigação apontou que uma representante da loja havia acabado de sacar dinheiro para o pagamento das funcionárias em uma agência bancária, momentos antes de a loja ser invadida. Porém, durante o assalto ela alegou que teria ido ao banco para fazer um depósito e não teria dinheiro no local.
Assim, o ladrão revirou gavetas e armário e fugiu levando cerca de R$ 300,00 em dinheiro, joias pertencentes às vítimas e celulares da loja e das vítimas. Um dos celulares foi encontrado jogado perto do estabelecimento após o crime, que teria causado prejuízo estimado de pouco mais de R$ 6 mil.
Investigação
Com o registro da ocorrência o inquérito foi instaurado e com base nas imagens obtidas e trabalho de inteligência do Setor de Investigação, a polícia conseguiu identificar o autor do assalto.
Também com métodos de investigação, foi constatado que ele teria tido ajuda do outro investigado. O carro que o segundo suspeito estaria conduzindo na ocasião foi registrado por câmeras de monitoramento passando várias vezes na frente da loja e também na frente da agência onde uma das vítimas havia sacado dinheiro momentos antes do roubo.
Identificados
A polícia já vinha investigando esse suposto mentor intelectual do roubo e havia um mandado de busca expedido para o endereço dele, o qual foi cumprido no dia do assalto, devido a essa suspeita de participação.
Na casa dele, que foi preso no dia 6 deste mês, a polícia apreendeu uma BAG semelhante à utilizada pelo assaltante. Também foi encontrada uma maleta pertencente a uma arma de fogo e munições para revólver calibre 38, mesmo tipo de arma utilizada pelo assaltante.
Ao ser ouvido, o investigado negou participação no crime, mas confirmou conhecer o suposto autor do roubo, por ter vendido uma moto a ele. Sobre a BAG encontrada na casa dele, o investigado disse ter trabalhado como entregador quando morava em São Paulo.
CAC
Sobre as munições e a maleta, ele informou que é CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Colecionador) e negou ter emprestado a arma que possui ao outro investigado. Essa arma não foi localizada pela polícia, que representou pela suspensão do registro dele como CAC.
O indiciado apontado como executor do roubo foi preso no último dia 10, no município de Euclides da Cunha, na divisa com o Estado do Paraná. Ele negou participação no assalto, sob argumento de que naquela data, acredita que estava trabalhando no lava jato que possui.